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No Fim Sempre Está o Veneno

Jacula

In Cauda Semper Stat Venenum

In cauda semper stat venenum

Hai cercato riposo sullo scheletro
Del monte e non l'hai trovato...
Io sono il mago
Hai trafitto ogni memoria
Cercando la sua acqua
Per farne rugiada di croci
E di rose.

Per camminare al di sopra,
Conoscerai quel freddo
A sinistra della fantasia....
Quel gelo di cristallo che semina gocce
Grandi come il mondo
E lascia impronte
Sulla strada del tempo

Come perdute cime d'albero
I miei occhi penetrano il freddo buio
Parallele alla mia terra isolata
Nessun legno per la mia fiamma.
Il destino arriva e parla con parole antiche...
Questo lo diverte.
In cauda semper stat venenum.

No Fim Sempre Está o Veneno

No fim sempre está o veneno

Você procurou descanso no esqueleto
Da montanha e não encontrou...
Eu sou o mago
Você perfurou toda memória
Buscando sua água
Pra fazer orvalho de cruzes
E de rosas.

Pra caminhar acima,
Você conhecerá aquele frio
À esquerda da fantasia....
Aquele gelo de cristal que semeia gotas
Grandes como o mundo
E deixa marcas
Na estrada do tempo

Como cimas perdidas de árvores
Meus olhos penetram o frio escuro
Paralelos à minha terra isolada
Nenhuma madeira pra minha chama.
O destino chega e fala com palavras antigas...
Isso o diverte.
No fim sempre está o veneno.

Composição: Antonius Rex