La Llorona
Desde el fondo de la tierra,
Fantasmas humanos se buscan.
Algunos olvidan frío,
Otros nunca se encuentran.
Hacen temblar la tierra;
Tiemblan sueños, tiembla amor.
Ay, no quiero amarte, Llorona.
Ay, no quiero llorar contigo.
Ay, déjame ver tu piel.
Ay, déjame ser tu piel.
Déjame ayudarte,
Na'mas dime como,
Y así será
Desde el fondo de la tierra,
Mas allá de la existencia,
Flotan almas solas
Todas crucificadas.
Hombres y mujeres lloran
Por un amor que nunca tuvieron.
Ay, no quiero verte, Llorona
Ay, no quiero llorar contigo
Ay, déjame ver tu piel.
Ay, déjame ser tu piel. Déjame ayudarte,
Na'mas dime como,
Y así será
A Llorona
Do fundo da terra,
Fantasmas humanos se procuram.
Alguns esquecem o frio,
Outros nunca se encontram.
Fazem a terra tremer;
Tremem sonhos, treme o amor.
Ai, não quero te amar, Llorona.
Ai, não quero chorar contigo.
Ai, deixa eu ver sua pele.
Ai, deixa eu ser sua pele.
Deixa eu te ajudar,
Só me diz como,
E assim será.
Do fundo da terra,
Além da existência,
Flutuam almas solitárias
Todas crucificadas.
Homens e mulheres choram
Por um amor que nunca tiveram.
Ai, não quero te ver, Llorona.
Ai, não quero chorar contigo.
Ai, deixa eu ver sua pele.
Ai, deixa eu ser sua pele. Deixa eu te ajudar,
Só me diz como,
E assim será.
Composição: Saul Hernández