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Não Deixe Que

Jaguares

No Dejes Que

Cuando veo a través del vaso,
Veo a través del tiempo;
Donde los sentidos se dislocan,
Donde los temores se evaporan.

Y aprovecho para desdoblarme,
Para salir del vaso;
Con las paredes sudo tu rastro,
Con la memoria busco tu rostro.

Y no se por que.
No me importa saber por que.

No dejes que
Nos coma el diablo, amor,
Que se trague tu calor,
Que eructe mi dolor.

No dejes que
Nos coma el diablo, amor,
Que se trague tu calor,
Que eructe mi dolor.

Cuando veo a través del humo,
Me voy volando y tu eres mi guía;
Entre los mundos nos haremos viejos,
Donde algún ida estaremos tranquilos.

Y no se por que
No me importa saber por que

No dejes que
Nos coma el diablo, amor,
Que se trague tu calor,
Que eructe mi dolor.

No dejes que
Nos coma el diablo, amor,
Que se trague tu calor,
Que eructe mi dolor.

Não Deixe Que

Quando vejo através do copo,
Vejo através do tempo;
Onde os sentidos se deslocam,
Onde os medos se evaporam.

E aproveito pra me desdobrar,
Pra sair do copo;
Com as paredes, seu rastro eu sudo,
Com a memória, busco seu rosto.

E não sei por que.
Não me importa saber por que.

Não deixe que
Nos coma o diabo, amor,
Que engula seu calor,
Que regurgite minha dor.

Não deixe que
Nos coma o diabo, amor,
Que engula seu calor,
Que regurgite minha dor.

Quando vejo através da fumaça,
Vou voando e você é minha guia;
Entre os mundos, vamos envelhecer,
Onde algum dia estaremos tranquilos.

E não sei por que
Não me importa saber por que.

Não deixe que
Nos coma o diabo, amor,
Que engula seu calor,
Que regurgite minha dor.

Não deixe que
Nos coma o diabo, amor,
Que engula seu calor,
Que regurgite minha dor.

Composição: Saul Hernández