Investigación Oriente 2
Patrullando en el pueblo
Pa' dónde quiera que se metan
A estos vatos les vale verga
Porque traen una encomienda
Y aunque me manden pa' fuera ya saben que no me rajo
A veces placa en el pecho y otras veces con el casco de laminazo
Claro que soy del poniente, pero ando en el orientazo
Las pinches anomalías, ya saben que aquí las traigo
(Amarra'os)
Preparado pa' la guerra y aunque me manden pa' fuera
Yo me lanzo pa'onde quiera, nacido acá en la frontera
Dónde fuiste yo ya fui
Pero la pinche conclusión es que aquí no hay miedo morir
Porque acepto que el pedo es así
Hasta que encuentre mi fin
(Así son los de Laredo, los Nectar Laredo)
Piso al que no se me alinee, lo eché a la patrulla
(A los pinches detenidos, a la verga)
Se nota que soy algo amable, pero no se confundan
Patrullando en el pueblo
Pa' dónde quiera que se metan
A estos vatos les vale verga, vale verga
Y sí
Le agarramos cariño a esto de la guerra
Ven y cuenta mi historia cuando me muera
Porque en una de esas puede que no vuelva
Siempre andamos pilas, de noche y de día
Andamos pendientes de la anomalía
Pues también anduve en las operativas
Con el mando Pollo, dándoles carrilla
Sobre la mantequilla
(Pa' que sepan, a la verga)
También me la anduve rifando en la orilla
Patrullando sin uniforme, mis fantasmales
De la oscuridad salieron, limpiando los males
Entre las brechas y nopales
Dónde a veces entras y no sales
(Vámonos)
Y pura verga que les vale
Preparado pa' la guerra y aunque me manden pa' fuera
Yo me lanzo pa'onde quiera, nacido acá en la frontera
Dónde fuiste yo ya fui
Pero la pinche conclusión es que aquí no hay miedo morir
Porque acepto que el pedo es así
Hasta que encuentre mi fin
(Así son los de Laredo, los Nectar Laredo)
En la noche solo me ilumina la luz de la Luna
(Esa pinche oscuridad, es eterna, déjalo para que entienda)
En La Riber yo te los dislumbro cuando el R les zumba
Mil historias de terror
Que no cualquiera te las cuenta
En un libro no caben, no caben, no caben
(No caben)
Y sí
Le agarramos cariño a esto de la guerra
Ven y cuenta mi historia cuando me muera
Porque en una de esas puede que no vuelva
Investigação Oriente 2
Patrulhando na quebrada
Pra onde quer que se metem
Esses caras tão nem aí
Porque tão com uma missão
E mesmo que me mandem pra fora, já sabem que não me rendo
Às vezes com a placa no peito, outras com o capacete de metal
Claro que sou do oeste, mas tô no leste
As malditas anomalias, já sabem que eu trago aqui
(Se liga)
Preparado pra guerra e mesmo que me mandem pra fora
Eu me jogo pra onde for, nascido aqui na fronteira
Onde você foi, eu já fui
Mas a maldita conclusão é que aqui não tem medo de morrer
Porque aceito que a parada é assim
Até encontrar meu fim
(Assim são os de Laredo, os Nectar Laredo)
Piso em quem não se alinha, mando pra viatura
(Aos malditos detidos, pra longe)
Dá pra ver que sou meio gente boa, mas não se enganem
Patrulhando na quebrada
Pra onde quer que se metem
Esses caras tão nem aí, tão nem aí
E sim
A gente pegou amor a essa guerra
Vem e conta minha história quando eu morrer
Porque numa dessas pode ser que eu não volte
Sempre ligados, de noite e de dia
Tô sempre atento à anomalia
Pois também estive nas operações
Com o mando Pollo, dando pressão
Sobre a manteiga
(Pra vocês saberem, pra longe)
Também me arrisquei na beira
Patrulhando sem uniforme, meus fantasmas
Da escuridão saíram, limpando os males
Entre as brechas e os nopales
Onde às vezes você entra e não sai
(Vamos nessa)
E pura merda que eles tão nem aí
Preparado pra guerra e mesmo que me mandem pra fora
Eu me jogo pra onde for, nascido aqui na fronteira
Onde você foi, eu já fui
Mas a maldita conclusão é que aqui não tem medo de morrer
Porque aceito que a parada é assim
Até encontrar meu fim
(Assim são os de Laredo, os Nectar Laredo)
À noite só a luz da Lua me ilumina
(Essa maldita escuridão, é eterna, deixa pra entender)
Na Riber eu te mostro quando o R faz barulho
Mil histórias de terror
Que nem todo mundo conta
Num livro não cabem, não cabem, não cabem
(Não cabem)
E sim
A gente pegou amor a essa guerra
Vem e conta minha história quando eu morrer
Porque numa dessas pode ser que eu não volte