Desamor
No me creo lo que veo;
es verdad o es un sueño;
una sombra en el desierto;
un regalo del cielo.
Una hermosa primavera;
mermelada de frambuesa;
un bombón de caramelo:
Pero qué bonita eres!
Con cuidado que me acerco,
se me pone malo el cuerpo;
pura roca, puro hielo;
el más dulce de los venenos.
¡Pero qué te he hecho yo!
que del palo que me has dado
me duelen todos lo huesos.
¡Pero qué maldita eres!
(Estribillo)
Que hay peor que un desamor, que me estés
tomando el pelo.
No señor, no hay nada peor.
Qué hay peor que un desamor, que me trates como
a un perro.
No señor, no hay nada peor.
Pero qué te he hecho yo,
si es que no te pido nada,
tan siquiera una mirada.
¡Pero qué maldita eres!
Pero que te he hecho yo,
pa que tú me des la espalda,
que no soy una rata.
¡Pero que bonita eres!
Desamor
Não acredito no que vejo;
é verdade ou é um sonho;
uma sombra no deserto;
um presente do céu.
Uma linda primavera;
marmelada de framboesa;
um bombom de caramelo:
Mas como você é bonita!
Com cuidado que me aproximo,
me dá um nó no estômago;
pura pedra, puro gelo;
o mais doce dos venenos.
Mas o que eu te fiz!
Que do soco que você me deu
me doem todos os ossos.
Mas como você é maldita!
(Refrão)
O que pode ser pior que um desamor, do que você
estar me enrolando.
Não, senhor, não há nada pior.
O que pode ser pior que um desamor, do que você me tratar
como um cachorro.
Não, senhor, não há nada pior.
Mas o que eu te fiz,
se eu não te peço nada,
nem mesmo um olhar.
Mas como você é maldita!
Mas o que eu te fiz,
para você me dar as costas,
que eu não sou uma rata.
Mas como você é bonita!