Demolition Kids (part. Policarpo318)
Un día más con mis locos por la ciudad
No te acerques a dar la chapa
Porque te la vas a llevar
Todos se ponen muy gallitos, si está cerca la Nacional
En la three one eight gang, vamos dos calles más pa'lla
Un puto día más, chúpame la polla chaval
No vales pa' tomar por culo y te las tiras de criminal
Dices que me vas a matar
Dices que me quieres dar
Y acabas corriendo desesperao' de camino a denunciar
Tu peli se acaba si te pego una bofetada
Eres un conejo de pascua, no sé de qué pollas hablas
Te daremos tantas patadas, que no vas a recodar nada
Maricón usamos tu cara como un balón de fútbol sala
A la vida hay que echarle ganas
No está el tema para huevadas
Apunta y dispara, otra carta certificada
Al fiscal le miento en la cara y otra causa más archivada
Otra vez que no pasa nada, ahora encima te tengo más ganas
Busca, destruye, agarra lo tuyo y huye
Y aunque te rebajen condena, no se habla, no se contribuye
Boquetes con mis gandules, veo la luz al final del túnel
Me la suda lo que me jures, te bajo a patadas del Uber
La ley del monte, aquí manda el más fuerte
Te uso de colchoneta, tus costillas son mis juguetes
Me hago un collar con tus dientes, eso te pasa por valiente
A tu mujer se lo echo en la frente, no somos gente corriente
Puto, jula, desfila, circula
Si no quieres acabar en un contenedor de basura
Otra noche más de locura
La extensible va en la cintura
Como un escuadrón de tortura y al que pille se le despluma
Jura por quien quieras, que hoy no se salva ni tu abuela
Das menos miedo qué pena, chacho te consume la tana
Raperos la chupan por fama
Raperas se creen que están buenas
Les dejo la cara hecha un cromo
Van dando vergüenza ajena
Entrando por el butrón junto a Policarpo mi bro
Palancas y mazas, son los chicos de la demolición
Azotando ese culo, mami (mordiendo), mordiendo pezón
No sabe si me la he follado o si le ha atropellado un camión
Bidea bien hermanito que nos vamos a llevar to'
Patada y pescozón, vive deprisa cabrón
Lanzamientos de botellín, most wanted in the botellón
Tú te metes por la nariz, nosotros por el butrón
Recuerdo cuando era un crío y entre a robar a tu chalet
Mientras hurgaba en los cajones, le daba mordiscos al fuet
One more time, otra vez
En la calle, no en internet
Y tus colegas en urgencias, to' por una gilipollez
Y es que aquí todo' son mu' malos, hasta que empiezan los palos
Aunque duelan las manos, por mi madre que no paro
Ostias por todos los lados, cuerpos por el suelo tirados
Yo con una copa en la mano y una sonrisa de lado a lado
No hay nada que impide que robe, música para pecadores
Escopetas en el Land Rover, fajos gordos, kilos de polen
Si nos ves mejor corre Forrest
No me junto con maricones
Tenemos un par de cojones y una lista de citaciones (paw)
Crianças da Demolição (part. Policarpo318)
Mais um dia com meus malucos pela cidade
Não chega pra dar uma de chato
Porque você vai se dar mal
Todo mundo fica muito valente, se a polícia tá por perto
Na gangue três um oito, vamos duas ruas pra lá
Mais um dia de merda, chupa minha rola, moleque
Você não vale nada e se acha o criminoso
Diz que vai me matar
Diz que quer me pegar
E acaba correndo desesperado pra denunciar
Seu filme acaba se eu te dou um tapa
Você é um coelho da páscoa, não sei do que você tá falando
Vamos te dar tantas chutes, que você não vai lembrar de nada
Viado, usamos sua cara como uma bola de futsal
Na vida tem que ter garra
Não tá na hora de frescuras
Aponta e dispara, outra carta registrada
Minto na cara do promotor e mais um caso arquivado
Mais uma vez que não acontece nada, agora então eu quero mais
Busca, destrói, pega o que é seu e vaza
E mesmo que te reduzam a pena, não se fala, não se contribui
Buracos com meus vagabundos, vejo a luz no fim do túnel
Tô nem aí pro que você me jura, te jogo pra fora do Uber
A lei da selva, aqui manda o mais forte
Te uso de colchão, suas costelas são meus brinquedos
Faço um colar com seus dentes, isso é o que dá por ser valente
Na sua mulher eu jogo na cara, não somos gente comum
Puto, jula, desfila, circula
Se não quiser acabar num contêiner de lixo
Mais uma noite de loucura
A extensível vai na cintura
Como um esquadrão de tortura e quem pegar se ferra
Jura por quem você quiser, que hoje nem sua avó se salva
Você dá menos medo, que pena, cara, a tana te consome
Rappers chupam por fama
Rapperas acham que são boas
Deixo a cara delas toda marcada
Vão passando vergonha alheia
Entrando pelo buraco junto com Policarpo, meu mano
Palancas e maças, são os caras da demolição
Dando uma surra, mami (mordendo), mordendo o mamilo
Não sabe se eu transei com ela ou se um caminhão a atropelou
Bidea bem, irmão, que vamos levar tudo
Chute e tapa, vive rápido, seu safado
Lançamentos de garrafa, mais procurado no botellón
Você se mete pelo nariz, nós pelo buraco
Lembro quando era criança e entrei pra roubar seu chalé
Enquanto fuçava nas gavetas, mordia o fuet
One more time, outra vez
Na rua, não na internet
E seus amigos na emergência, tudo por uma besteira
E é que aqui todo mundo é muito mau, até começar a porrada
Mesmo que as mãos doam, pela minha mãe que não paro
Soco pra todo lado, corpos jogados no chão
Eu com um copo na mão e um sorriso de orelha a orelha
Não tem nada que impeça que eu roube, música para pecadores
Escopetas no Land Rover, maços gordos, quilos de pó
Se nos ver, é melhor correr, Forrest
Não me junto com viados
Temos um par de colhões e uma lista de convocações (paw)