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Yuyo Verde

Javier Calamaro

Yuyo Verde

Callejon...callejon...
Lejano, lejano...
Ibamos perdidos de la mano,
bajo un cielo de verano,
soñando en vano...
Un farol, un porton,
igual que en un tango,
y los dos perdidos de la mano,
bajo el cielo de verano
que partio.

Dejame que llore crudamente
con el llanto viejo del adios.
En donde el callejon se pierde
broto este yuyo verde
del perdon.
Dejame que llore y te recuerde,
trenzas que me anudan al porton;
de tu pais ya no se vuelve
ni con el yuyo verde
del perdon.

Adonde te has ido?
Donde estas...donde estas...
Donde estan las plumas de mi nido,
la emoción de haber vivido
y aquel cariño...
Un farol, un porton,
igual que en un tango,
y este llanto mio entre mis manos
y este cielo de verano
que partio.

Yuyo Verde

Beco ... beco ...
Longe, muito longe ...
Que tínhamos perdido a mão,
sob um céu de verão,
sonhando em vão ...
Uma lanterna, um portão,
Como um tango
e ambos perderam a mão,
sob o céu de verão
Eu deixei.

Deixe-me chorar grosseiramente
com lágrimas de adeus de idade.
Onde a pista está perdido
jorrou a erva verde
do perdão.
Deixe-me lembrá-lo chorar e,
tranças me prendia à porta;
do seu país e não se tornar
ou erva o verde
do perdão.

Onde você foi?
Onde está você ... onde você está ...
Onde estão as penas do meu ninho,
a emoção de ter vivido
e que o amor ...
Uma lanterna, um portão,
Como um tango
e este grito a minha em minhas mãos
e este céu de verão
Eu deixei.

Composição: Domingo Federico