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Não Sei Na Minha

Jazz Muy Tarde

No Sé Na Yo

No sé na yo lo que ustedes están pensando
No quiero darte en el gusto si es que eso estás esperando
Mientras tanto el humo observa y se sonroja
Vuelve el encanto de escribir en la cuerda floja

No hay cura, ni siquiera una droga dura
Que solucione esta amargura
Debo endulzar
Se supone que confíe en ellos

A oídos sordos, ojos ciegos
Corazones que laten en cuerpos quemados
Bajo mi fuego
Yéndome en el bus escucho al Diego

No ansíen a un superráper cantando su hit veraniego
Filósofos griegos ancestrales
Un niño portando una nave patenta Sergio Morales
Nubes tratan de esconder pero el Sol siempre sale

Besos son el primer paso de instintos carnales, a ver que sale
Si pongo un par de bombones en esta línea
Sentirás el placer como caricias en tu vagina que no imaginas
Cuantos secretos guardan muñecos tras vitrinas

Páginas que agonizan si las letras no se terminan
Inspiración en protesta de un impuesto a disciplina
Dapren llama pa que invertamos kina y kina
Escaramuzas tratan de asesinar mi muza

Dinamito el puente después de que ella cruza
La beso sin excusa rajándole la blusa
Dejando que hable el arte con frases inconclusas
No hay válidas excusas, más hay que saber

Que si no se expulsa el odio ha de crecer
Mientras leo Nietzsche tú un gánster quieres ser
Portando un revolver sobre un Mercedes-Benz
No es desmerecer, más bien es ocupar mejor el time

Dejarte de copiar y puta hacerlo si ves bien
Calaveras y diablitos, primavera depresión vomito
Un sangre azul busca paz en su escrito
En Cristo no confié y no confiaré en ti

Si en el pasillo te espié fue el crimen que cometí
Y que si te busqué y te encontré pero muerta
Paseando por ahí con gente que no era de verdad
Muy cerda pero puta que ocupas bien tu lengua

Enferma me miras y mi sonrisa se mengua
Como la Luna
Si tu rap como la tula
Yo escribiendo literatura en mi litera oscura

No encuentro la cura pa la amargura
Amar no asegura y si no dura no es por que la vida sea dura
Llévate mi alma puta, pero no te lleves mi escritura
Escribo en los muros cultura

Y juras que me preocupa lo que pienses de mi
Mejor procura disciplina cuando agarres el mic
Me dijo que me hacía el lindo con todas
Pero es que todas me parecen lindas, que pensai de mi ahora

Y tú eres tan maraca pero te quiero
Y yo tan rata y me desespero pero igual te espero
Cenizas se volaron del cenicero
Decapitación en serie en cada tema que grabamos en serio

Suena el estéreo y sería
Si se sorprenden y se esconden como si esto fuese cacería
Una carnicería y moscas danzan convencias
Mi musa me dejó por otro y busca tener crías

Y a los demás los encuentro poco rial
Que quieres que le haga si el remedio es la cerveza fría
Una novela de fanta sombría
Un acapella con desplante fuma rumba como pasan los días

Oh, alcohol, cura mi herida
Es una enfermedad mental, la tuya una mental tontería

Não Sei Na Minha

Não sei na minha o que vocês estão pensando
Não quero te agradar se é isso que você tá esperando
Enquanto isso, a fumaça observa e fica envergonhada
Volta o encanto de escrever na corda bamba

Não há cura, nem mesmo uma droga pesada
Que resolva essa amargura
Preciso adoçar
Se espera que eu confie neles

A ouvidos surdos, olhos cegos
Corações que batem em corpos queimados
Sob meu fogo
Indo de busão, escuto o Diego

Não esperem um super rapper cantando seu hit de verão
Filósofos gregos ancestrais
Um garoto segurando uma nave, patente Sergio Morales
Nuvens tentam esconder, mas o Sol sempre brilha

Beijos são o primeiro passo de instintos carnais, vamos ver no que dá
Se eu colocar um par de bombons nessa linha
Você sentirá o prazer como carícias na sua vagina que não imagina
Quantos segredos guardam bonecos atrás de vitrines

Páginas que agonizam se as letras não se terminam
Inspiração em protesto contra um imposto à disciplina
Dapren chama pra gente investir kina e kina
Escaramuças tentam assassinar minha musa

Dinamito a ponte depois que ela cruza
A beijo sem desculpa, rasgando a blusa
Deixando a arte falar com frases inconclusas
Não há desculpas válidas, mas é preciso saber

Que se não expulsar o ódio, ele vai crescer
Enquanto leio Nietzsche, você quer ser um gângster
Portando um revólver em um Mercedes-Benz
Não é desmerecer, é ocupar melhor o tempo

Deixar de copiar e fazer se você vê que é bom
Caveiras e diabinhos, primavera, depressão, vômito
Um sangue azul busca paz em seu escrito
Em Cristo não confiei e não confiarei em você

Se no corredor te espiei, foi o crime que cometi
E se te procurei e te encontrei, mas morta
Passeando por aí com gente que não era de verdade
Muito suja, mas puta, que usa bem sua língua

Doente, você me olha e meu sorriso se apaga
Como a Lua
Se seu rap é como a tula
Eu escrevendo literatura na minha cama escura

Não encontro a cura pra amargura
Amar não garante e se não dura, não é porque a vida é dura
Leve minha alma, puta, mas não leve minha escrita
Escrevo na parede cultura

E você jura que se preocupa com o que pensa de mim
Melhor procure disciplina quando pegar o mic
Me disse que eu me fazia de bonito com todas
Mas é que todas me parecem lindas, o que você pensa de mim agora?

E você é tão maraca, mas eu te quero
E eu tão rato, me desespero, mas mesmo assim te espero
Cinzas voaram do cinzeiro
Decapitação em série em cada tema que gravamos a sério

Toca o estéreo e seria
Se se surpreendem e se escondem como se isso fosse caça
Uma carnificina e moscas dançam convenções
Minha musa me deixou por outro e busca ter filhotes

E os outros eu acho meio sem graça
O que você quer que eu faça se o remédio é a cerveja gelada?
Uma novela de fanta sombria
Um acapella com desplante, fuma e dança como passam os dias

Oh, álcool, cura minha ferida
É uma doença mental, a sua é uma tolice mental