Regrets
Loin très loin du monde
Où rien ne meurt jamais
J'ai fait ce long,
Ce doux voyage,
Nos âmes se confondent
Aux neiges éternelles
L'amour cachait
Son vrai visage
Oh viens, ne sois plus sage
Après tout qu'importe
Je sais la menace
Des amours mortes
Gardons l'innocence
Et l'insouciance
De nos jeux d'antan, troublants.
N'aie pas de regret
Fais moi confiance, et pense
A tous les no way
L'indifférence des sens
N'aie pas des regret
Fais la promesse,tu sais que
L'hiver et l'automne n'ont pu s'aimer
Debout la tête ivre
Des rêves suspendus
Je bois à nos amours
Infirmes
Au vent que je devine
Nos lèvres éperdues
S'offrent des noces
Clandestines
N'ouvre pas la porte
Tu sais le piège
De tous les remords
De l'anathème
Je me fous des saisons
Viens je t'emmène
Là, où dorment ceux qui s'aiment.
N'aie pas de regret ...
Arrependimentos
Longe, muito longe do mundo
Onde nada nunca morre
Eu fiz essa longa,
Essa doce viagem,
Nossas almas se confundem
Nas neves eternas
O amor escondia
Seu verdadeiro rosto
Oh vem, não seja mais sensato
Depois de tudo, que importa
Eu sei da ameaça
Dos amores perdidos
Vamos guardar a inocência
E a despreocupação
Dos nossos jogos de antigamente, perturbadores.
Não tenha arrependimentos
Confie em mim, e pense
Em todos os não dá pra
A indiferença dos sentidos
Não tenha arrependimentos
Faça a promessa, você sabe que
O inverno e o outono não puderam se amar
De pé, a cabeça embriagada
De sonhos suspensos
Eu brindo aos nossos amores
Infirmes
Ao vento que eu pressinto
Nossos lábios perdidos
Oferecem um casamento
Clandestino
Não abra a porta
Você sabe do truque
De todos os remorsos
Do anátema
Eu não ligo para as estações
Vem, eu te levo
Lá, onde dormem os que se amam.
Não tenha arrependimentos ...