O asfalto ferve, a cidade sangra
Nesse sistema maldito, a paz se limita
Corrupção na veia, gente perdida
O caos domina, e a fé resiste à vida
Gente caindo por nada, tanta ilusão
Outros matando por menos, sem compaixão
No jogo do poder, o povo é só peão
Mas o reggae levanta a revolução
O mundo gira, mas gira enviesado
Quem tem poder tá sempre blindado
O povo tem que aprender a lutar
Só assim o sistema vai calar
E eu sigo firme, com som e razão
Reggae é lanterna no breu da nação
Quem canta a verdade não foge não
É tiro de paz, acerta em cheio o vilão
Sobrevivendo ao caos
Um brinde à lucidez
Uns vendem amor
Outros vendem moral
Mas o certo é raro
Nesse mundo desigual
Sobrevivendo ao caos
Um brinde à lucidez
Uns vendem amor
Outros vendem moral
Mas o certo é raro
Nesse mundo desigual
O asfalto ferve, a cidade sangra
Nesse sistema maldito, a paz se limita
Corrupção na veia, gente perdida
O caos domina, e a fé resiste à vida
Gente caindo por nada, tanta ilusão
Outros matando por menos, sem compaixão
No jogo do poder, o povo é só peão
Mas o reggae levanta a revolução
O mundo gira, mas gira enviesado
Quem tem poder tá sempre blindado
O povo tem que aprender a lutar
Só assim o sistema vai calar
E eu sigo firme, com som e razão
Reggae é lanterna no breu da nação
Quem canta a verdade não foge não
É tiro de paz, acerta em cheio o vilão
Sobrevivendo ao caos
Um brinde à lucidez
Uns vendem amor
Outros vendem moral
Mas o certo é raro
Nesse mundo desigual
Sobrevivendo ao caos
Um brinde à lucidez
Uns vendem amor
Outros vendem moral
Mas o certo é raro
Nesse mundo desigual