Trinta é um número que bagunça a mente
Adulto demais pra ser inconsequente
Jovem o suficiente pra se perder na gente
Mas o espelho diz algo diferente
Trinta e tantos
Nem sei quem sou
Metade criança
Metade avô
Sou metade do que fui
E o dobro do que existo
Daqui pra frente
É um eterno labirinto
Trinta tem gosto de café requentado
De um bom vinho gelado
É uma festa estranha com gente esquisita
Onde a alma festeja
Mas o corpo hesita
Trinta é tudo, trinta é nada
É meio termo
Sou novo, sou velho
Confuso e esperto
Sou tudo isso ao mesmo tempo
Trinta é tudo, trinta é nada
É meio termo
Sou novo, sou velho
Confuso e esperto
Sou tudo isso ao mesmo tempo
Trinta é um número que bagunça a mente
Adulto demais pra ser inconsequente
Jovem o suficiente pra se perder na gente
Mas o espelho diz algo diferente
Trinta e tantos
Nem sei quem sou
Metade criança
Metade avô
Sou metade do que fui
E o dobro do que existo
Daqui pra frente
É um eterno labirinto
Trinta tem gosto de café requentado
De um bom vinho gelado
É uma festa estranha com gente esquisita
Onde a alma festeja
Mas o corpo hesita
Sou jovem demais pra sonhar?
Ou velho demais pra não tentar?
Quem pode explicar?
Trinta é tudo, trinta é nada
É meio termo
Sou novo, sou velho
Confuso e esperto
Sou tudo isso ao mesmo tempo
Trinta é tudo, trinta é nada
É meio termo
Sou novo, sou velho
Confuso e esperto
Sou tudo isso ao mesmo tempo