Luna Moth Speaks
Billowy blackness, circles of silence
Darkened confinement, sunless prism
Mystic and fearful eyes of suspicion
Death has consumed your celestial prism
Circled up inside - it freezes your feeble mind
A grave in the shadows, rehearsals for endtimes
You stare at the ceiling awaiting madness
Never to venture into the unknown
You live as a dayghost
Chrism at every doorpost
Afraid to decide
By superstitions abide
Snow has frozen your windows
As you wade through the compost
Now there's nowhere to hide
You suffer inside
You'll never be free now
You wish only to bleed now
And let it all out
Consumed by your doubt
In the air is a posion
And you dream of an ocean
To wander into
Put an end to you!
A Fala da Mariposa
Nuvens escuras, círculos de silêncio
Confinamento sombrio, prisma sem sol
Olhos místicos e medrosos de desconfiança
A morte consumiu seu prisma celestial
Cercado por dentro - isso congela sua mente fraca
Uma cova nas sombras, ensaios para o fim
Você olha para o teto esperando a loucura
Nunca se aventurará no desconhecido
Você vive como um fantasma do dia
Cristo em cada batente
Com medo de decidir
Pela superstição você se guia
A neve congelou suas janelas
Enquanto você se arrasta pelo lixo
Agora não há onde se esconder
Você sofre por dentro
Você nunca será livre agora
Você só deseja sangrar agora
E deixar tudo sair
Consumido pela sua dúvida
No ar há um veneno
E você sonha com um oceano
Para se perder nele
Colocar um fim em você!