Diario
No desperté con tanto ruido al lado
No interesó reconocer tu voz
Nunca creí que hubiera tanta paz
Si ti a mi alrededor
La realidad me espera
Debo cerrar la puerta
Son tantos, desisto
No abras los ojos, no soy el mismo
Te ocultas lo que hago ante tu soledad
Nada, nada ya no es igual
Desesperado, rendido sin quién hablar
Levantas un muro y te escondes tras de él
Nada, nada ya no es igual
Imaginando una vida que nunca fue
Me entretendré con una broma en falso
Me animaré llorando bajo el Sol
No dejaré que otros me hagan mal
Sentir que soy mejor
Sin mi presencia
Igual me esperas
Son tantos, desisto
No abras los ojos, no soy el mismo
Te ocultas lo que hago ante tu soledad
Nada, nada ya no es igual
Desesperado, rendido sin quién hablar
Levantas un muro y te escondes tras de él
Nada, nada ya no es igual
Imaginando una vida que nunca fue
Será quizás que nuestro mundo es un desorden
Y es quizá que todo me afecta más
Por eso cuesta tanto tener que seguir
Si hay excusas, dejé de sentir
Son tantos, me rindo
No abras los ojos, somos los mismos
Te ocultas lo que hago ante tu soledad
Nada, nada ya no es igual
Desesperado, rendido sin quién hablar
Levantas un muro y te escondes tras de él
Nada, nada ya no es igual
Imaginando una vida que nunca fue
Diário
Não acordei com tanto barulho ao lado
Não me importei em reconhecer sua voz
Nunca acreditei que houvesse tanta paz
Com você ao meu redor
A realidade me espera
Preciso fechar a porta
São tantos, desisto
Não abra os olhos, não sou o mesmo
Você se esconde do que faço diante da sua solidão
Nada, nada já não é igual
Desesperado, rendido sem quem falar
Levanta um muro e se esconde atrás dele
Nada, nada já não é igual
Imaginando uma vida que nunca foi
Vou me entreter com uma piada sem graça
Vou me animar chorando sob o Sol
Não deixarei que outros me façam mal
Sentir que sou melhor
Sem minha presença
Ainda me espera
São tantos, desisto
Não abra os olhos, não sou o mesmo
Você se esconde do que faço diante da sua solidão
Nada, nada já não é igual
Desesperado, rendido sem quem falar
Levanta um muro e se esconde atrás dele
Nada, nada já não é igual
Imaginando uma vida que nunca foi
Será que nosso mundo é uma bagunça
E talvez tudo me afete mais
Por isso é tão difícil ter que seguir
Se há desculpas, parei de sentir
São tantos, me rendo
Não abra os olhos, somos os mesmos
Você se esconde do que faço diante da sua solidão
Nada, nada já não é igual
Desesperado, rendido sem quem falar
Levanta um muro e se esconde atrás dele
Nada, nada já não é igual
Imaginando uma vida que nunca foi