Child Of Clay
Into the darkness he was sent by parents'
Who were ignorant hm, hm
Tied down to his mother's strings
Unable to be anything hm, hm
Puzzled by the things he hears
The father thinking work comes first
Ain't got the time to quench a thirst
No, no, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no, no,
Once he was a child, a beautiful child
A child of clay shaped and molded
Into what he is today
But who is to blame for this child of clay
Going out into the street at night
The answers he may meet hm hm
With sick and twisted minds
He shares the searching questions
His heart bears hm hm
And from the dregs
The answers find their way into his supple mind
In time the planted seeds will grow
Into a twisted vine below
No, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no,
And now his aimless days begin
To drift into sordid sin hm, hm
And soon his dislike turns to hate
As the stamp of life seals his fate hm, hm
and so the night conceals his name
And the days sleep off his shame
Deprived of love and wrought by fear
A feeling that the end is near
No, no, no, no, no, no, no, no
No, no, no, no, no, no, no,
Filho de Barro
Na escuridão ele foi enviado pelos pais
Que eram ignorantes hm, hm
Amarrado às cordas da mãe
Incapaz de ser qualquer coisa hm, hm
Confuso com as coisas que ouve
O pai pensando que o trabalho vem primeiro
Não tem tempo pra saciar a sede
Não, não, não, não, não, não, não, não,
Não, não, não, não, não, não, não, não,
Uma vez ele foi uma criança, uma linda criança
Um filho de barro moldado e formado
No que ele é hoje
Mas quem é o culpado por esse filho de barro
Saindo para a rua à noite
As respostas que ele pode encontrar hm hm
Com mentes doentes e distorcidas
Ele compartilha as perguntas que busca
Seu coração suporta hm hm
E do fundo
As respostas encontram seu caminho em sua mente maleável
Com o tempo as sementes plantadas vão crescer
Em uma videira retorcida abaixo
Não, não, não, não, não, não, não,
Não, não, não, não, não, não, não,
E agora seus dias sem rumo começam
A flutuar em um pecado sórdido hm, hm
E logo seu desgosto se transforma em ódio
Enquanto o selo da vida selam seu destino hm, hm
E assim a noite oculta seu nome
E os dias dormem sua vergonha
Privado de amor e moldado pelo medo
Uma sensação de que o fim está próximo
Não, não, não, não, não, não, não, não
Não, não, não, não, não, não, não,