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Fonte de Lamento

Joan Sebastian

Manantial de Llanto

Por la dicha fugaz de haberte conocido
No exenté la pena de sufrir tu olvido
Por la infantil idea de aquel primer beso
Por eso estoy aquí, de mi deseo preso

Por eso, por eso

Porque te conocí, y solamente muerto
No habría florecido tu amor en mi huerto
Por la inconsciencia cruel de haberme enamorado
De ti, verdugo amor, tierno pecado

Por eso, por eso
Y por quererte tanto
Mis ojos se volvieron
Un manantial de llanto

Un manantial de llanto
Donde ahogo las penas
Desde que tú te fuiste
Ya no hay horas serenas

Un manantial de llanto
Con que riego los nardos
Que florecen en mi alma
Juntito a tus recuerdos

Por un banal error y haberme equivocado
Un debo y pagaré de por vida he firmado
Y porque, aun sin derecho, vivo enamorado
De ti, verdugo amor, tierno pecado

Por eso, por eso
Y por quererte tanto
Mis ojos se volvieron
Un manantial de llanto

Un manantial de llanto
Donde ahogo las penas
Desde que tú te fuiste
Ya no hay horas serenas

Un manantial de llanto
Con que riego los nardos
Que florecen en mi alma
Juntito a tus recuerdos

Un manantial
Un manantial de llanto
Donde ahogo las penas
Desde que tú te fuiste
Ya no hay horas serenas

Un manantial de llanto
Con que riego los nardos
Que florecen en mi alma
Juntito a tus recuerdos

Fonte de Lamento

Pela felicidade passageira de ter te conhecido
Não escapei da dor de sofrer teu esquecimento
Pela ideia ingênua daquele primeiro beijo
Por isso estou aqui, preso ao meu desejo

Por isso, por isso

Porque te conheci, e só morto
Não teria florescido teu amor no meu jardim
Pela crueldade inconsciente de ter me apaixonado
De ti, amor carrasco, doce pecado

Por isso, por isso
E por te amar tanto
Meus olhos se tornaram
Uma fonte de lamento

Uma fonte de lamento
Onde afogo as mágoas
Desde que você se foi
Já não há horas serenas

Uma fonte de lamento
Com que rego os nardos
Que florescem na minha alma
Junto às suas lembranças

Por um erro banal e por ter me enganado
Um 'devo e pagarei' por toda a vida eu assinei
E porque, mesmo sem direito, vivo apaixonado
De ti, amor carrasco, doce pecado

Por isso, por isso
E por te amar tanto
Meus olhos se tornaram
Uma fonte de lamento

Uma fonte de lamento
Onde afogo as mágoas
Desde que você se foi
Já não há horas serenas

Uma fonte de lamento
Com que rego os nardos
Que florescem na minha alma
Junto às suas lembranças

Uma fonte
Uma fonte de lamento
Onde afogo as mágoas
Desde que você se foi
Já não há horas serenas

Uma fonte de lamento
Com que rego os nardos
Que florescem na minha alma
Junto às suas lembranças

Composição: Joan Sebastían