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Sublime Maldição

Joan Sebastian

Sublime Maldición

Sublime maldición
De recordar cien por ciento
Tus besos, tu aliento
Tu boca, un diente chueco

Ya lo sé, nunca me libraré
De esta sublime maldición

Sublime maldición
De recordarte desnuda
Graciosa, huesuda

Ay, cuánto no daría por besar
Tu escondido lunar
Y nada, nada tengo de derecho
De volverte a buscar
De desearte en mi lecho

Nada, nada tengo de derecho
Tan solo esta sublime maldición

Sublime maldición
Al recordar tu mirada
La gota salada
Del llanto y el dolor que te causé

Nunca me libraré
De esta sublime maldición

Sublime maldición
De recordarte desnuda
Graciosa, huesuda

Ay, cuánto no daría por besar
Tu escondido lunar
Y nada, nada tengo de derecho
De volverte a buscar
De desearte en mi lecho

Nada, nada tengo de derecho
Tan solo esta sublime maldición

Sublime Maldição

Sublime maldição
De lembrar cem por cento
Teus beijos, teu hálito
Teu sorriso, um dente torto

Já sei, nunca vou me livrar
Dessa sublime maldição

Sublime maldição
De te lembrar nua
Engraçada, magra

Ai, quanto não daria pra beijar
Teu lunar escondido
E nada, nada tenho de direito
De te procurar de novo
De te desejar na minha cama

Nada, nada tenho de direito
Apenas essa sublime maldição

Sublime maldição
Ao lembrar do teu olhar
A gota salgada
Do choro e da dor que te causei

Nunca vou me livrar
Dessa sublime maldição

Sublime maldição
De te lembrar nua
Engraçada, magra

Ai, quanto não daria pra beijar
Teu lunar escondido
E nada, nada tenho de direito
De te procurar de novo
De te desejar na minha cama

Nada, nada tenho de direito
Apenas essa sublime maldição

Composição: Joan Sebastían