Por Uma Pátria de Todos
Soy latino americano
Tenho o pulmão da amazônia
E o timbre da minha garganta
Nos ventos da patagônia
Do altiplano a montevidéu
Ecoa meu sapukay
Rompe as águas do rio prata
E retumba no paraguai
Sou a voz das cordilheiras
Luz das alturas eternas
Carrego bramar de tigres
E escuridão de cavernas
Sou condor voando livre
Sobre as solidões geladas
Sou a cavera que restou
De uma raça massacrada
Cacique da tierra del fuego
Araucano e missioneiro
Sou tiradentes e tiarajú
Combatendo o estrangeiro
Voy alumbrando caminos
Soy el sol de la mañana
Sudor de pueblo e llanto mudo
De la tierra americana
Carrego cantos astecas
Dolências de quicumbi
Lamentos afro-ameríndios
E som de sino guarani
Antes de hastearem bandeiras
Em prol da globalização
Meu canto já unia os povos
Com charango e bandoneão
Meu canto é arrulho de rio
Silvo de vento em taquara
E a estrela da liberdade
Alumbrando a noite clara
Quando o silencio goteja
Na solidão salitreira
Meu canto engravida a noite
Das missões as cordilheiras
Meu canto é américa crioula
E como um tenor abro a voz
Quando alguém que nem se manda
Vem pra cá mandar em nós
Voy alumbrando caminos
Soy el sol de la mañana
Sudor de pueblo e llanto mudo
De la tierra americana
Por Uma Pátria de Todos
Sou latino-americano
Tenho o pulmão da Amazônia
E o timbre da minha garganta
Nos ventos da Patagônia
Do altiplano a Montevidéu
Ecoa meu sapukay
Rompe as águas do Rio da Prata
E retumba no Paraguai
Sou a voz das cordilheiras
Luz das alturas eternas
Carrego o bramido de tigres
E a escuridão de cavernas
Sou condor voando livre
Sobre as solidões geladas
Sou a herança que restou
De uma raça massacrada
Cacique da Terra do Fogo
Araucano e missioneiro
Sou Tiradentes e Tiarajú
Combatendo o estrangeiro
Vou iluminando caminhos
Sou o sol da manhã
Suor do povo e choro mudo
Da terra americana
Carrego cantos astecas
Dores de quicumbi
Lamentos afro-ameríndios
E som de sino guarani
Antes de hastearem bandeiras
Em prol da globalização
Meu canto já unia os povos
Com charango e bandoneão
Meu canto é arrulho de rio
Silvo de vento em taquara
E a estrela da liberdade
Iluminando a noite clara
Quando o silêncio goteja
Na solidão salitreira
Meu canto engravida a noite
Das missões às cordilheiras
Meu canto é América crioula
E como um tenor abro a voz
Quando alguém que nem se manda
Vem pra cá mandar em nós
Vou iluminando caminhos
Sou o sol da manhã
Suor do povo e choro mudo
Da terra americana
Composição: Joao Sampaio, Guga, Odenir dos Santos