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Você é Verbo

Jorge Manzano

Tú Eres Verbo

A veces el tiempo la nostalgia
Viene a rodearme el corazón
Desprevenido algo me asalta
Recuerdos de ti sin tu figura
Eres silueta por a ti
Te coloreaba una llama
Que hoy no está en mis recuerdos
Pero si la sensación de estar sentado en sillón
De la sala de tu casa
El olor en la cocina los besos la adrenalina
El amor sin una cama
Adolescentes en huida a las puertas sin salida

Tu eres verbo no puedes estar en mi recuerdos
Quién puede pausar una cascada
Si toda el agua de un río eres tú

Algo en mí se ha corrompido pues dentro solo
Hay olvido no puedo ni ver tu cara
Que para mi fue viva imagen lo sagrado venerable
Esa luz que sana que repara
De mis recuerdos llega un aire
De mis recuerdos llegan ruidos
Pero no puedo encontrarte
Todo está como lo dejamos
De esos años tan lejanos

Tu eres verbo no puedes estar en mi recuerdos
Quién puede pausar una cascada
Si toda el agua de un río eres tú

Voy solo por las calles
Caminando a nuestras citas en los lugares del ayer
Y todo se sucede una y mil veces como fue
Los árboles no crecen las personas no envejecen
Y en el siempre nunca apareces porque

Tú eres verbo no puedes estar en mi recuerdos

Você é Verbo

Às vezes tempo nostalgia
Isso vem para cercar meu coração
Despreparado algo me assedia
Memórias de você sem sua figura
Você é a silhueta para você
Eu colori uma chama
Que hoje não está nas minhas memórias
Mas se a sensação de estar sentado em uma poltrona
Da sala de sua casa
O cheiro na cozinha beija a adrenalina
Amor sem cama
Adolescentes em vôo para o beco sem saída

Você é um verbo, você não pode estar em minhas memórias
Quem pode pausar uma cachoeira
Se toda a água em um rio é você

Algo em mim foi corrompido porque dentro sozinho
Há esquecendo que eu não consigo nem ver seu rosto
Que para mim a imagem sagrada e venerável estava viva
Aquela luz curativa que repara
Das minhas memórias vem um ar
Ruídos vêm das minhas memórias
Mas eu não consigo te encontrar
Tudo é como nós o deixamos
Daqueles anos até agora

Você é um verbo, você não pode estar em minhas memórias
Quem pode pausar uma cachoeira
Se toda a água em um rio é você

Eu vou sozinha pelas ruas
Caminhando para nossos compromissos nos lugares de ontem
E tudo acontece uma vez e mil vezes como era
As árvores não crescem as pessoas não envelhecem
E no sempre você nunca aparece porque

Você é um verbo, você não pode estar em minhas memórias

Composição: Jorge Manzano