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Candomblé da Alfândega

Jorge Nasser

Candomble de La Aduana

Siente el ruido de la calle
no hay más perros
que no ladren,
se van hombres
con el viento,
nada espera
ni un momento.

Los vapores
de la aduana,
la basura
ciudadana;
los pedazos
de una noche,
los amores,
los reproches.

Y voy haciendo el camino de siempre,
seré el fantasma del viejo hospital;
conejo de la galera del puerto
y alguno ya está empezando a tomar.

Y voy haciendo el camino de siempre
seré; el fantasma del viejo hospital;
conejo de la galera del puerto
y alguno ya está empezando a tomar

Candomblé da Alfândega

Sinta o barulho da rua
não há mais cães
que não ladrem,
vão-se homens
com o vento,
nada espera
nem por um momento.

Os vapores
da alfândega,
a sujeira
cidadã;
os pedaços
de uma noite,
os amores,
os reproches.

E vou seguindo o caminho de sempre,
serei o fantasma do velho hospital;
coelho da galera do porto
e alguns já estão começando a beber.

E vou seguindo o caminho de sempre
serei; o fantasma do velho hospital;
coelho da galera do porto
e alguns já estão começando a beber.

Composição: