Potra Salvaje
Con la garganta llena de arena
Y con el odio, el orgullo y la pena
Así no puedo sentirme libre como el halcón
Porque el que canta su vida llena
Ven y cantemos el tiempo que queda
Seamos libres como el principio de una canción
No quiero hierro ni sed de venganza
Quien odia muere y quien perdona avanza
Le pido al cielo que pueda reírme de ser como soy
Como una potra salvaje
Que en el oleaje no pierde el sentido
No quiero riendas ni herrajes
Y en los homenajes, me pongo un vestido
Ya tengo seis tatuajes
Debajo del traje por siete motivos
Soy una potra salvaje
Que va de viaje a lo desconocido
Nube que esconde la Luna llena
Viento que al barco le arranca la vela
Si yo me fuera, que pueda irme de corazón
No quiero hierro ni sed de venganza
Quien odia muere y quien perdona avanza
Yo solo quiero curar cicatrices y ser como soy
Como una potra salvaje
Que en el oleaje no pierde el sentido
No quiero riendas ni herrajes
Y en los homenajes me pongo un vestido
Ya tengo seis tatuajes
Debajo del traje por siete motivos
Soy una potra salvaje
Que va de viaje a lo desconocido
No quiero hierro, ni fuego, ni busco la miel
Ya no hay sed de ganar la revancha
Y si algún día la tuve una noche, hacia el viento voló
Como una potra salvaje
Que en el oleaje no pierde el sentido
No quiero riendas ni herrajes
Y en los homenajes me pongo un vestido
Ya tengo seis tatuajes
Debajo del traje por siete motivos
Soy una potra salvaje
Que va de viaje a lo desconocido
Égua Selvagem
Com a garganta cheia de areia
E com o ódio, o orgulho e a dor
Assim não consigo me sentir livre como o falcão
Porque quem canta sua vida se enche
Vem, vamos cantar o tempo que resta
Sejamos livres como o começo de uma canção
Não quero ferro nem sede de vingança
Quem odeia morre e quem perdoa avança
Peço ao céu que eu possa rir de ser como sou
Como uma égua selvagem
Que na onda não perde o sentido
Não quero rédeas nem ferraduras
E nas homenagens, eu coloco um vestido
Já tenho seis tatuagens
Debaixo do traje por sete motivos
Sou uma égua selvagem
Que vai de viagem ao desconhecido
Nuvem que esconde a Lua cheia
Vento que arranca a vela do barco
Se eu me for, que eu possa ir de coração
Não quero ferro nem sede de vingança
Quem odeia morre e quem perdoa avança
Eu só quero curar cicatrizes e ser como sou
Como uma égua selvagem
Que na onda não perde o sentido
Não quero rédeas nem ferraduras
E nas homenagens, eu coloco um vestido
Já tenho seis tatuagens
Debaixo do traje por sete motivos
Sou uma égua selvagem
Que vai de viagem ao desconhecido
Não quero ferro, nem fogo, nem busco o mel
Já não há sede de ganhar a revanche
E se algum dia eu tive, uma noite, para o vento voou
Como uma égua selvagem
Que na onda não perde o sentido
Não quero rédeas nem ferraduras
E nas homenagens, eu coloco um vestido
Já tenho seis tatuagens
Debaixo do traje por sete motivos
Sou uma égua selvagem
Que vai de viagem ao desconhecido
Composição: Junior, Alberto