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Cigana

José Alfredo Fuentes

Zíngara

Tómame la mano, Zíngara,
dime pronto que destino ves,
háblame de amores,
no tengo temores,
porque ya sé que no me pertenece.

Mira en mis ojos, Zíngara,
si el color de sus cabellos ves,
di si son dorados, o si han cambiado
y tu sabes cuál es el por qué.
Y si escrito esta que la perderé,
dime por favor, por qué su amor se muere.

Tómame la mano, Zíngara.
Música.
Dime que me ama, dame la esperanza,
que me alcanza para ser feliz.
Y si escrito esta que la perderé,
dime por favor, por qué su amor se muere.

Tómame la mano, Zíngara,
dime pronto que destino ves,
dime que me ama,
dame la esperanza,
que me alcanza para ser feliz.

Cigana

Toma minha mão, Cigana,
diga logo que destino você vê,
fale-me de amores,
não tenho medos,
pq já sei que não me pertence.

Olhe nos meus olhos, Cigana,
se a cor dos seus cabelos você vê,
diga se são dourados, ou se mudaram
e você sabe qual é o porquê.
E se está escrito que eu a perderei,
diga por favor, por que seu amor está morrendo.

Toma minha mão, Cigana.
Música.
Diga que me ama, me dê esperança,
que me basta para ser feliz.
E se está escrito que eu a perderei,
diga por favor, por que seu amor está morrendo.

Toma minha mão, Cigana,
diga logo que destino você vê,
diga que me ama,
me dê esperança,
que me basta para ser feliz.

Composição: Nicola Di Bari