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Caldeireiro

José Alfredo Fuentes

Calderero

Creo que nací en el infierno,
soy hijo de calderero,
de fuego a fuego lento, oh, oh, oh.
Tengo los fierros siempre ardiendo,
mi corazón bombea acero
y marco tu piel para siempre, querida mía.

Que sería ver mi vida,
si no hubiera muerto de amor por ti.
Que sería del silencio,
si mis ruidos no vivieran dentro de ti,
dentro de ti.

Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.

Tengo fuego en los bolsillos,
escotaron mis amigos,
ya no encuentro brillo,
a querer cuando hay olvido.

Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí
y es por ti querida mía.
Muero de amor aquí…

Caldeireiro

Acho que nasci no inferno,
sou filho de caldeireiro,
de fogo a fogo lento, oh, oh, oh.
Tenho os ferros sempre ardendo,
meu coração bombeia aço
e marca sua pele pra sempre, minha querida.

O que seria ver minha vida,
se eu não tivesse morrido de amor por você.
O que seria do silêncio,
se meus ruídos não vivessem dentro de você,
dentro de você.

Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.

Tenho fogo nos bolsos,
meus amigos me cortaram,
já não encontro brilho,
querer quando há esquecimento.

Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui
e é por você, minha querida.
Morro de amor aqui…

Composição: Alvaro Henriquez