395px

Alegria (Não Consigo Parar de Cantar)

José González

Joy (Can't Help But Sing)

A staircase hums beneath the rain
Its wooden bones remember pain
The mirrors breathe with eyes of stone
Yet point to roads we've never known

The fields recall our softer names
Their breath still carries ember flames
We hear the fruit begin to sing
A quiet and solemn hymn

The present cracks, a sudden glow
From seeds that sleep beneath the snow
Silhouettes will rise, the veil will fall
And show the light surrounding all

Fear turns to glass inside the stream
The brighter fire was always within the dream

The dawn hasn't changed
A thousand lights dissolve the gray
As we cognify everything
We're still primates
Who can't help but sing

As a few dark shadows fall
A thousand suns ignite the walls
As we cognify everything
We're still conscious souls
Who can't help but sing

Who can't help but sing
Can't help but sing
Can't help but sing

Alegria (Não Consigo Parar de Cantar)

Uma escada zune sob a chuva
Suas madeiras lembram a dor
Os espelhos respiram com olhos de pedra
Mas apontam para caminhos que nunca conhecemos

Os campos lembram nossos nomes mais suaves
Seu sopro ainda carrega chamas de brasa
Ouvimos a fruta começar a cantar
Um hino calmo e solene

O presente se quebra, um brilho repentino
De sementes que dormem sob a neve
Silhuetas vão surgir, o véu vai cair
E mostrar a luz que envolve tudo

O medo se transforma em vidro dentro do rio
O fogo mais brilhante sempre esteve dentro do sonho

A aurora não mudou
Mil luzes dissolvem o cinza
Enquanto cognificamos tudo
Ainda somos primatas
Que não conseguem parar de cantar

Enquanto algumas sombras escuras caem
Mil sóis acendem as paredes
Enquanto cognificamos tudo
Ainda somos almas conscientes
Que não conseguem parar de cantar

Que não conseguem parar de cantar
Não conseguem parar de cantar
Não conseguem parar de cantar