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Violência

José Madero

Violencia

Hora de cambiar, pensado no al azar
De casa, de vivienda, de hogar
Mi forma de querer, mañana en vez de ayer
Dejar de ser villano en mi papel

Cambiar de opinión, no más pedir perdón
No más violencia al corazón
No más pasión, bailar a un diferente son
Del negro al color

Siento que cada momento en que vivo en silencio
Se marchita esta flor
Siento que por más que lo intento
Sigo siendo violento y daño al corazón

Y daño al corazón, tengo que apagar este incendio

Con viento a favor, inmune a cualquier dolor
Que el espejo no refleje algo inferior
Con palabra de honor, sonreírle a mi alrededor
Más ese no soy

Siento que cada momento que me ahoga el recuerdo
Se me apaga el motor
Siento que esto sigue en aumento
Y es más duro el acento de mi palpitación

Un día más
Poco a poco se derrite el metal
Eliminar este maldito mal sabor del paladar

Ya no quiero violencia al amar
Erradicar la violencia al amar

Violência

Hora de mudar, não pensado aleatoriamente
Casa, habitação, casa
Meu jeito de querer, amanhã em vez de ontem
Pare de ser vilão no meu papel

Mude de idéia, sem mais pedir perdão
Não há mais violência no coração
Não há mais paixão, dançar para um diferente é
Do preto à cor

Eu sinto que todo momento que vivo em silêncio
Esta flor murcha
Eu sinto que, tanto quanto eu tento
Eu ainda sou violento e machuquei meu coração

E dano ao coração, eu tenho que apagar esse fogo

Com o vento a favor, imune a qualquer dor
Que o espelho não reflete algo inferior
Com palavra de honra, sorria ao meu redor
Mais do que eu não sou

Eu sinto que a cada momento a memória me sufoca
Eu desligo o motor
Eu sinto que isso continua a subir
E o sotaque da minha palpitação é mais difícil

Um dia mais
Gradualmente o metal derrete
Elimine esse maldito mau gosto no paladar

Não quero mais violência amando
Erradicar a violência amando

Composição: