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Cachorro de Guarda (Cap. 3)

JP Fernandez

Perro de Presa (Cap. 3)

Aun tengo penas que no salen de mi cabeza
Y una carga en la espalda que no se cuanto pesa
Me aferrao a la vida como un perro de presa
Crecí entre nubes de algodon rodeado de maleza

Estuve en el infierno y consegui salir ileso
Camine solo hasta salir de esa niebla espesa
Pase por tanto que ya no sé ni a quien le rezo
Lo que ante era negro empieza a verse azul turquesa

Las cadenas que antes me apretaban
Son las mismas que ahora me sostienen
Las espinas ya no se me clavan
Me vuelto frío como la nieve

Las cosas ya no están donde estaban
Los problemas vienen como vienen
Sé que la vida dura un destello
Y hay sombras que no se desvanecen

Cachorro de Guarda (Cap. 3)

Ainda tenho penas que não saem da minha cabeça
E um peso nas costas que não sei quanto pesa
Me agarro à vida como um cachorro de guarda
Cresci entre nuvens de algodão cercado de mato

Estive no inferno e consegui sair ileso
Caminhei sozinho até sair daquela neblina densa
Passei por tanto que já não sei nem a quem rezo
O que antes era negro começa a parecer azul turquesa

As correntes que antes me apertavam
São as mesmas que agora me sustentam
As espinhas já não se cravam em mim
Fiquei frio como a neve

As coisas já não estão onde estavam
Os problemas vêm como vêm
Sei que a vida dura um instante
E há sombras que não se dissipam

Composição: Kyno