Al Borde de Tu Locura
A veces, me sorprendo a mí mismo
Mirando al infinito, pensando en ti
Arrastro mis doloridos pies
Por un mar sin agua, pensando en ti
Esas ganas de besarte
Irrefrenables y convulsas
Que me dejan agotado
Al borde de tu locura
Esas ganas de besarte
De quererte y de abrazarte
Son las que me tienen vivo
Y sin tenerte me muero
A veces, me sorprendo a mí mismo
Susurrando tu nombre, pensando en ti
Arrastro mis poemas sin sentido
Por un camino de piedras, pensando en ti
Esas ganas de besarte
Irrefrenables y convulsas
Que me dejan agotado
Al borde de tu locura
Esas ganas de besarte
De quererte y de abrazarte
Son las que me tienen vivo
Y sin tenerte me muero
Arrastro esta terrible condena
De quererte y no tenerte, de morirme y no morirme
À Beira da Sua Loucura
Às vezes, me pego pensando
Olhando pro infinito, pensando em você
Arrasto meus pés doloridos
Por um mar sem água, pensando em você
Essas vontades de te beijar
Incontroláveis e convulsas
Que me deixam exausto
À beira da sua loucura
Essas vontades de te beijar
De te amar e te abraçar
São as que me mantêm vivo
E sem você eu morro
Às vezes, me pego pensando
Sussurrando seu nome, pensando em você
Arrasto meus poemas sem sentido
Por um caminho de pedras, pensando em você
Essas vontades de te beijar
Incontroláveis e convulsas
Que me deixam exausto
À beira da sua loucura
Essas vontades de te beijar
De te amar e te abraçar
São as que me mantêm vivo
E sem você eu morro
Carrego essa terrível condenação
De te amar e não ter você, de morrer e não morrer