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A Tortura

Judeline

La Tortura

No pido que todos los días sean de Sol
No pido que todos los viernes sean de fiesta
Tampoco te pido que vuelvas rogando perdón
Si lloras con los ojos secos
Y hablando de ella

Ay, amor, me duele tanto, me duele tanto
Que te fueras sin decir a dónde
Ay, amor, fue una tortura perderte

Yo sé que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar, amor
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo
Solo de errores se aprende
Y hoy sé que es tuyo mi corazón

No puedo pedir que el invierno perdone a un rosal
No puedo pedir a los olmos que entreguen peras
No puedo pedirle a lo eterno un simple mortal
Y andar arrojando a los cerdos miles de perlas

Ay, amor, me duele tanto, me duele tanto
Que te fueras sin decir a dónde
Ay, amor, fue una tortura perderte

Yo sé que no he sido un santo
Pero lo puedo arreglar, amor
No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo
Solo de errores se aprende
Y hoy sé que es tuyo mi corazón

Ay, ay
Ay, ay
Ay, ay
Ay, ay

A Tortura

Não peço que todos os dias sejam de Sol
Não peço que todas as sextas sejam de festa
Também não te peço que voltes implorando perdão
Se choras com os olhos secos
E falando dela

Ai, amor, me dói tanto, me dói tanto
Que você tenha ido sem dizer pra onde
Ai, amor, foi uma tortura te perder

Eu sei que não fui um santo
Mas posso consertar, amor
Não só de pão vive o homem
E não de desculpas vivo eu
Só se aprende com os erros
E hoje sei que é teu meu coração

Não posso pedir que o inverno perdoe uma roseira
Não posso pedir aos olmos que deem peras
Não posso pedir ao eterno um simples mortal
E andar jogando aos porcos milhares de pérolas

Ai, amor, me dói tanto, me dói tanto
Que você tenha ido sem dizer pra onde
Ai, amor, foi uma tortura te perder

Eu sei que não fui um santo
Mas posso consertar, amor
Não só de pão vive o homem
E não de desculpas vivo eu
Só se aprende com os erros
E hoje sei que é teu meu coração

Ai, ai
Ai, ai
Ai, ai
Ai, ai

Composição: Luis Fernando Ochoa