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Domínios da Loucura

Julie Laughs Nomore

Domains Of Madness

The full moon shines from above
The children of the night
Hides in the shadows, pale as cold moon light
They rise now from beyond death

Voices whispers to me
Join us you mortal slave
Open the gates of fury
Enter the halls of the damned

I'm falling into the domains of madness
Darkness all around
Sadness stands besides me
No faith am I a living dead

Alone and resigned resurrection denied
I feel the cold embrace of a semblance in black
My failure is my fate, I'm a slave of the gods
In the parade of the undead underneath the black sun

I'm safe deep within in my fortress I reign
I'm a god in my fortress of fallen pride
I kneel to my pain, I'm safe deep within
As the cold winds sweeps across the world

The serpent rise from beneath the waves
He who reigns in fury, he who speaks through pain
Rises from his ancient tomb

Voices whispers to me
Enter oblivion
Rest now rest forever
Die now you mortal slave

Your fate is now, you shall never die
Your body falls, and your spirit shall rise
Give into hate, your true nature calls
Your fate is now, in the ashes of life

Open up your soul, and your weakness will be gone
Join us in the cold, and your pain will be gone
Open up your mind, and you shall suffer nomore
Join us in the hall, feel the endless flow

I'm safe deep within in my fortress I reign
I'm a god in my fortress of fallen pride
I kneel to my pain, I'm safe deep within
As the cold winds sweeps across the world

Domínios da Loucura

A lua cheia brilha lá de cima
As crianças da noite
Se escondem nas sombras, pálidas como a luz fria da lua
Elas se levantam agora do além da morte

Vozes sussurram pra mim
Junte-se a nós, escravo mortal
Abra os portões da fúria
Entre nos salões dos condenados

Estou caindo nos domínios da loucura
Escuridão por toda parte
A tristeza está ao meu lado
Sem fé, sou um morto-vivo

Sozinho e resignado, ressurreição negada
Sinto o abraço frio de uma aparência em preto
Meu fracasso é meu destino, sou um escravo dos deuses
Na parada dos mortos-vivos sob o sol negro

Estou seguro, bem dentro, em minha fortaleza eu reino
Sou um deus em minha fortaleza de orgulho caído
Me ajoelho à minha dor, estou seguro, bem dentro
Enquanto os ventos frios varrem o mundo

A serpente se ergue debaixo das ondas
Aquele que reina na fúria, aquele que fala pela dor
Ressurge de seu antigo túmulo

Vozes sussurram pra mim
Entre no esquecimento
Descanse agora, descanse para sempre
Morra agora, escravo mortal

Seu destino é agora, você nunca morrerá
Seu corpo cai, e seu espírito se levantará
Entregue-se ao ódio, sua verdadeira natureza chama
Seu destino é agora, nas cinzas da vida

Abra sua alma, e sua fraqueza desaparecerá
Junte-se a nós no frio, e sua dor se irá
Abra sua mente, e você não sofrerá mais
Junte-se a nós no salão, sinta o fluxo sem fim

Estou seguro, bem dentro, em minha fortaleza eu reino
Sou um deus em minha fortaleza de orgulho caído
Me ajoelho à minha dor, estou seguro, bem dentro
Enquanto os ventos frios varrem o mundo

Composição: