395px

Dizem

Junior H

Dicen

Dicen que entre carnales, no existe la envidia
Pero son las riñas, tienen pura hipocresía
Hoy en día ya no existe ni la familia
Sé que les fastidia no están cuando necesitas

Ni pedo qué le hacemos, puro para arriba
Vibras positivas, sativa pa' andar arriba
Inyecto en mi mente las líneas de energía
No hablo de fingirlas, sino ser trucha en la vida

Mi padre me dejo cuando yo estaba morro
Mi adicción al motor resultaba adrenalina
De chavalon me criaba mi abuelita
Mi misma jefita me daba la espalda encima

Dicen que porque soy maleducado
Mal hablado criticando
Pues a mí nadie me ha criado
Gafas negras, marihuano

Odio la gente que habla de humildad
O dicen lealtad, solo hablan por hablar
El que la verga, no sé poner las letras
La gente se entera, se lo ganan y respetan

Vengo de casa muy humilde, y la pobreza
Recuerdos, tristeza, sabes, de pies a cabeza
Aquí sigo tirando, los grandes me esperan
Todos le tiramos, pero no cualquiera llega

Que me ven siempre vestido en ropas negras
Critican mi estilo, pero nadie se me acerca
Dicen que porque soy maleducado
Mal hablado criticando
Pues a mí nadie me ha criado
Gafas negras, marihuano

Dizem

Dizem que entre os irmãos, não existe inveja
Mas são as brigas, cheias de pura hipocrisia
Hoje em dia já não existe nem a família
Sei que incomoda, não estão quando você precisa

Ni modo, o que vamos fazer, só pra cima
Vibrações positivas, sativa pra ficar na onda
Injeto na minha mente as linhas de energia
Não falo de fingir, mas de ser esperto na vida

Meu pai me deixou quando eu era moleque
Minha paixão por motores era adrenalina
Quando era garoto, minha avó me criava
Minha própria mãe me dava as costas ainda

Dizem que sou mal-educado
Falo palavrão, criticando
Pois ninguém me criou
Óculos escuros, maconheiro

Odeio gente que fala de humildade
Ou dizem lealdade, só falam por falar
Quem é o cara, não sei colocar as letras
As pessoas ficam sabendo, ganham e respeitam

Venho de uma casa muito humilde, e a pobreza
Lembranças, tristeza, sabe, de cabo a rabo
Aqui sigo lutando, os grandes me esperam
Todos tentam, mas nem todos chegam

Que me veem sempre vestido de preto
Criticam meu estilo, mas ninguém chega perto
Dizem que sou mal-educado
Falo palavrão, criticando
Pois ninguém me criou
Óculos escuros, maconheiro

Composição: Antonio Herrera Perez