Con ruedas de molino
Otro domingo más sin tu mirada
dejándome morir frente a la gente
frente a la gente.
Que pasa y que traspasa indiferente
a mi canción de amor desesperada
desesperada.
Una yegua de celos colorada
corre llena de furia por mi frente
y galopa de oriente hasta occidente
en busca de tu falsa coartada.
Porque yo, sé de más que en esta hora
hay alguien que los labios te devora
y comparte
y comparte contigo pan y vino.
Más como de perderte tengo miedo,
no ahondo en la maraña de tu enredo,
y comulgo con ruedas de molino
y comulgo con ruedas de molino.
Porque yo sé de más que en esta hora
hay alguien que los labios te devora
y comparte
y comparte contigo pan y vino.
Más como de perderte tengo miedo
no ahondo en la maraña de tu enredo
y comulgo con ruedas de molino
y comulgo con ruedas de molino.
Com rodas de moinho
Outro domingo sem seu olhar
me deixando morrer na frente da galera
na frente da galera.
O que passa e o que atravessa indiferente
à minha canção de amor desesperada
desperada.
Uma égua de ciúmes avermelhada
corre cheia de fúria pela minha mente
e galopa do oriente até o ocidente
em busca da sua falsa justificativa.
Porque eu sei que, neste momento
há alguém que devora seus lábios
e compartilha
e compartilha contigo pão e vinho.
Mas como tenho medo de te perder,
não me aprofundo na confusão do seu enredo,
e comungo com rodas de moinho
e comungo com rodas de moinho.
Porque eu sei que, neste momento
há alguém que devora seus lábios
e compartilha
e compartilha contigo pão e vinho.
Mas como tenho medo de te perder
não me aprofundo na confusão do seu enredo
e comungo com rodas de moinho
e comungo com rodas de moinho.
Composição: Rafael De León / Juan Solano