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Sem Paz aos Pés do Seu Mestre

Justice For The Damned

No Peace at the Feet of Your Master

Smash the masters
Become a martyr
Tear down the structure

Smash the masters
Become a martyr
Tear down the structure

Look at what we’ve made
A monument built upon our bodies
An idol supported by our spines
Take pride from a distance
You’ll never be welcome inside

I know where you sleep
I know what company you keep
I'll send the river of blood down the mountain

I know your deadeye stare
I know the disguise you wear
Hell has taken you in
Hell has taken you in

Smash the masters
Become a martyr
Tear down the structure

Follow darkness into the abyss
Pile the bodies in a shallow pit
The end is coming faster
No peace at the feet of your master

I know where you sleep
I know what company you keep
I'll send the river of blood down the mountain

I know your deadeye stare
I know the disguise you wear
Hell has taken you in
Hell has taken you in

I'm all alone, I'm a slave to a bitter memory
I can’t close my eyes
I see faces in the fucking dark

When the hands no longer bleed
I will bring you down to your knees

Carried on our backs too long
Suffocate, under the swarm

Sem Paz aos Pés do Seu Mestre

Quebre os mestres
Vire um mártir
Desmonte a estrutura

Quebre os mestres
Vire um mártir
Desmonte a estrutura

Olhe para o que fizemos
Um monumento construído sobre nossos corpos
Um ídolo sustentado por nossas colunas
Sinta orgulho à distância
Você nunca será bem-vindo aqui dentro

Eu sei onde você dorme
Eu sei com quem você anda
Vou mandar o rio de sangue descer a montanha

Eu conheço seu olhar vazio
Eu sei a máscara que você usa
O inferno te acolheu
O inferno te acolheu

Quebre os mestres
Vire um mártir
Desmonte a estrutura

Siga a escuridão para o abismo
Empilhe os corpos em uma cova rasa
O fim está chegando mais rápido
Sem paz aos pés do seu mestre

Eu sei onde você dorme
Eu sei com quem você anda
Vou mandar o rio de sangue descer a montanha

Eu conheço seu olhar vazio
Eu sei a máscara que você usa
O inferno te acolheu
O inferno te acolheu

Estou sozinho, sou escravo de uma memória amarga
Não consigo fechar os olhos
Vejo rostos na porra da escuridão

Quando as mãos não sangrarem mais
Eu vou te fazer ajoelhar

Carregados em nossas costas por tempo demais
Sufocamos, sob a enxurrada