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Bêbados na História

Kabát

Opilci V Dìjinách

Opilci v dìjinách
Galileo galilei
On byl tenkrát toti¾ opilej
Kdy¾ pøedstoupil pøed tribunál
A øek lidi já jsem nevinej

Tak nepi¹te to prosím do kronik
V¾dy» já jsem obyèejnej notorik

Já tenkrát ¹el z hospody
Nohou jsem sotva trefil na schody
Po pivu to je hned
To se vám potom pìknì motá svìt

Pak lehnul jsem si a zavøel oèi
No a øek jsem pøece se toèí

Refrén:
Nechte ho ¾ít a zemøít von to tak vá¾nì nemyslel
V¾dy» vá¾nì nic nevymyslel

Opilci v dìjinách ¹li na v¹echno dìsnì vìdecky
Einstein rád popíjel silný destiláty ze ¹vestky
Pak stvoøil hroznou definici
Dnes(ka) nikdo neví ¾e byl po opici

Kdy¾ padám tak rovnou dolu na hubu
Já u¾ to mám no to je jiná
Proè nepadáme vlastnì nahoru
Ta zemì bude asi pøita¾livá

Bêbados na História

Bêbados na história
Galileu Galilei
Ele estava bem chapado
Quando se apresentou ao tribunal
E disse, gente, eu sou inocente

Então, por favor, não escrevam isso nos anais
Porque eu sou só um bêbado comum

Naquela época, eu saí do bar
Mal consegui acertar os degraus
Depois da cerveja, é rapidinho
O mundo fica todo girando

Aí eu deitei e fechei os olhos
E pensei, caramba, tudo tá rodando

Refrão:
Deixem ele viver e morrer, ele não pensou tão sério assim
Na verdade, ele nunca pensou em nada sério

Bêbados na história foram em tudo com muita ciência
Einstein adorava beber destilados fortes de ameixa
Depois criou uma definição horrível
Hoje em dia ninguém sabe que ele estava bêbado

Quando eu caio, caio direto de cara no chão
Eu já tô acostumado, ah, isso é outra história
Por que a gente não cai pra cima, na real?
Essa terra deve ser bem atraente

Composição: