395px

Ruas

Kalt

Vicoli

Ye, ye
Ye, ye, ye, ye, ye, yeah
Ye, ye, ye, ye

La mia testa è un labirinto
Come i vicoli, sì come i vicoli
Ci salutiamo ma è tutto finto
Come nei vicoli, come nei vicoli
E la mia

Come nei vicoli alle 4 di notte cercando solo un bar aperto
Senza sapere poi cosa c'è dentro
Da raccontare ho qualcosa di bello, ma riducendo
Sono solo un tipo strano che ha fatto di più di qualche concerto
E poi spesso
Passo le serate farmi diventare gli occhi cremisi
Posso dirti anche dei miei comportamenti riprovevoli
Dolore a catinelle: Macchie indelebili
A 'sta gente se non bevi tu non sei simpatico ma vedi
Non lo sono loro se non bevi
Sperando che 'sta volta sia un po' meno dolorosa
Noi continuiamo a farci male, ma poi per cosa?

La mia testa è un labirinto
Come i vicoli, sì come i vicoli
Ci salutiamo ma è tutto finto
Come nei vicoli, come nei vicoli
E la mia

Come nei vicoli cammino in un lago di mozziconi
I baci rubati sotto la luce dei lampioni
C'è chi si innamora anche chi litiga per nulla
Chi va veloce silenzioso e il solito pazzo che urla
Tante cosa le vedi, ma coperte da un velo
Non ti accorgi di come, sono fatte davvero
Ciò che dai non corrisponde sempre a ciò che torna indietro
Ed è per questo che noi diamo sempre un po' di meno
Scrivo perché sono quello che poi non ricorda
Ogni mia memoria è una diapositiva sporca
E un giorno spero, ma non ci credo
Che ciò che manca qua nella mia testa bussi alla mia porta

La mia testa è un labirinto
Come i vicoli, sì come i vicoli
Ci salutiamo ma è tutto finto
Come nei vicoli, come nei vicoli
E la mia

Ruas

É, é
É, é, é, é, é, é
É, é, é, é

Minha cabeça é um labirinto
Como as ruas, sim, como as ruas
Nos despedimos, mas é tudo falso
Como nas ruas, como nas ruas
E a minha

Como nas ruas, às 4 da manhã, só procurando um bar aberto
Sem saber o que tem dentro
Pra contar, tenho algo bonito, mas resumindo
Sou só um cara estranho que já fez mais de alguns shows
E então, muitas vezes
Passo as noites fazendo meus olhos ficarem vermelhos
Posso te contar também sobre meus comportamentos errados
Dor em abundância: manchas indeléveis
Pra essa gente, se você não bebe, não é simpático, mas veja
Eles não são legais se não bebem
Esperando que dessa vez seja um pouco menos dolorosa
Nós continuamos a nos machucar, mas pra quê?

Minha cabeça é um labirinto
Como as ruas, sim, como as ruas
Nos despedimos, mas é tudo falso
Como nas ruas, como nas ruas
E a minha

Como nas ruas, caminho em um lago de bitucas
Os beijos roubados sob a luz dos postes
Tem quem se apaixona e quem briga por nada
Quem vai rápido, silencioso, e o mesmo doido que grita
Muitas coisas você vê, mas cobertas por um véu
Você não percebe como, são feitas de verdade
O que você dá nem sempre corresponde ao que volta
E é por isso que sempre damos um pouco menos
Escrevo porque sou aquele que depois não lembra
Cada memória minha é um slide sujo
E um dia espero, mas não acredito
Que o que falta aqui na minha cabeça bata à minha porta

Minha cabeça é um labirinto
Como as ruas, sim, como as ruas
Nos despedimos, mas é tudo falso
Como nas ruas, como nas ruas
E a minha

Composição: