Tödliche Öde
Verbissene Mienen, erstarrte Gesichter
Halbtote Augen, versteinerter Blick
Den ersten Tod so lang schon gestorben
Ein Bild von rundum vollkommenem Glück
Seit ewig und drei Tagen stets der gleiche Tran
Was wird passieren, was fangen wir heute an
Eine tödliche Öde überzieht allen Spass
Wie ein Morast aus grauem Mittelmaß
ICH WILL DIE EXPLOSION, WILL AUF ALLE BARIKADEN GEHEN
UND NICHT IRGENDWANN, SONDERN HIER UND JETZT
ICH WILL DIE KONTROLLE VERLIEREN
Noch nichtmal richtig scheiße
Und schon garnicht richtig gut
Du fragst was ich will
Und in mir wächst die Wut
Wann hast Du zuletzt was Unmögliches gedacht
Und wann zuletzt über Dich selber gelacht
Du sollst Dich begnügen und bescheiden sein
Du sollst Dich an all den kleinen Dingen freuen
Denn für das Grosse bist Du nicht geboren
das tun eh die anderen, wir sind nicht auserkoren
Desolação Mortal
Expressões cerradas, rostos paralisados
Olhos semi-mortos, olhar petrificado
A primeira morte já faz tempo que morreu
Uma imagem de felicidade perfeita ao redor
Há uma eternidade e três dias sempre a mesma tristeza
O que vai acontecer, o que vamos fazer hoje
Uma desolação mortal cobre toda a diversão
Como um lamaçal de mediocridade cinza
EU QUERO A EXPLOSÃO, QUERO IR PARA AS BARRICADAS
E NÃO A QUALQUER HORA, MAS AQUI E AGORA
EU QUERO PERDER O CONTROLE
Nem tá tão ruim assim
E muito menos tá bom
Você pergunta o que eu quero
E dentro de mim cresce a raiva
Quando foi a última vez que você pensou em algo impossível
E quando foi a última vez que riu de si mesmo
Você deve se contentar e ser humilde
Deve se alegrar com todas as pequenas coisas
Porque para o grande você não nasceu
Isso quem faz são os outros, nós não somos escolhidos