Desempenho
Minha calma é o sumo da inquietude
Soma de tropeços e quereres
Sorte de corpo oportuno,
Na minha valia meu corpo não cabe no azar
Nesse recôncavo em que me encontro,
Alcanço a paz que me pertence
Azoado em meio a laços sem fim procuro um
Procuro as pontas que me atam,
Pontas que me tecem como algo descoberto,
Envolto, quase tentador
Busco nas ondas que me vagam sons que me revelem
Com quanta tenacidade é que se faz um filho
Sabe lá
Quais ventos que alcançam no pano de fundo da minh'alma
Muitas vontades me cercam ávidas de saber pra quê me ancorar
Nesse recôncavo em que me encontro,
Alcanço a paz que me pertence
Azoado em meio a laços sem fim procuro um
Procuro as pontas que me atam,
Pontas que me tecem como algo descoberto,
Envolto, quase tentador
Busco nas ondas que me vagam sons que me revelem
Com quanta tenacidade é que se faz um filho
Desempenho
Minha calma é o cerne da inquietude
Soma de tropeços e desejos
Sorte de um corpo que aparece,
Na minha essência meu corpo não cabe no azar
Nesse canto onde me encontro,
Alcanço a paz que é minha
Azoado em meio a laços sem fim, procuro um
Procuro as pontas que me prendem,
Pontas que me tecem como algo revelado,
Envolto, quase sedutor
Busco nas ondas que me cercam sons que me mostrem
Com quanta garra se faz um filho
Sabe lá
Quais ventos sopram no pano de fundo da minha alma
Muitas vontades me cercam, famintas de saber pra quê me ancorar
Nesse canto onde me encontro,
Alcanço a paz que é minha
Azoado em meio a laços sem fim, procuro um
Procuro as pontas que me prendem,
Pontas que me tecem como algo revelado,
Envolto, quase sedutor
Busco nas ondas que me cercam sons que me mostrem
Com quanta garra se faz um filho
Composição: Taynah Nunes, François Muleka