Odmiency
Moja moc karmi sie zarem,
Palacych mnie cial.
- zawsze bylem "czarnym kozlem".
Chodzcie!
Chodzcie przeklete!
Ja, nie eunuchow zak.
Moje samcze narzedzie...
Stac - jako tron.
Czy wam nie szkoda lat na pieprzenie o zlu
- Aby w ten sposob moc ukryc swa bezplciowosc?
Jakze smieszna jest cala wasza rasa.
Jakze smutne jest obcinanie jaj.
Oto,
Nad ogniem z drew,
Szydzi spalona jej twarz,
Zawsze byla czarna owca.
Masz w ciele szalony wiatr - "Amoralnosc".
- Dar pelen burz, wodospadow, ryku rzek.
W wezowej poscieli oltarzem jestes mi.
Moja moc karmi sie zarem,
Palacych mnie cial.
- zawsze bylem "czarnym kozlem".
Odmência
Minha mocinha se alimenta da chama,
Queima meu corpo.
- sempre fui o "bode expiatório".
Vem cá!
Vem cá, malditos!
Eu, não sou um eunuco.
Meu instrumento viril...
Fica - como um trono.
Vocês não sentem pena de perder anos falando sobre o mal
- Para assim poder esconder sua impotência?
Quão ridícula é toda a sua raça.
Quão triste é cortar os ovos.
Aqui está,
Sobre o fogo de madeira,
Zombando, queimada, sua face,
Sempre foi a ovelha negra.
Você tem em seu corpo um vento louco - "Amoralidade".
- Um presente cheio de tempestades, cachoeiras, rugidos de rios.
Na cama de serpentes, você é meu altar.
Minha força se alimenta da chama,
Queima meu corpo.
- sempre fui o "bode expiatório".