Ojcze Samotni
Heil Lie, Heil Lo,
Szepty larw sciekaja do serc
- oltarzy dusz.
Pamietaj!
Oni spia aby trwac.
Kiedys wroca.
Gdy do kamiennej sciany szli pod batem...
Byli wina twa i krzyzem twym,
Cieniem orla na lancuchu.
Uciekajcie do swych ziem,
Tutaj trad, syf, zaraza.
Heil Lie, Heil Lo, moj ojcze,
Heil Lie, Heil Lo, Heil La.
Nie mnie tu slyszysz - sluchaj ty.
Lecz swojej pustyni.
Nie mnie tu slyszysz - sluchaj ty
Ojcze samotni.
Czarne slonce
Czarny dzien
Czarna trawa
Gesty dym b³aka siê w kurnej chacie
Tuz za plotem, do ksiezyca wyje szakal.
Pamietaj!
Oni spia, aby trwac.
Kiedys wroca.
Uciekajcie do swych ziem.
Tutaj trad, syf, zaraza.
W imieniu gor, w imieniu rzek - budowlo
rozkrusz sie!
W imieniu lez, gniewu i zadz - budowlo
rozkrusz sie!
W imieniu lak, lasow i pol - budowlo
rozkrusz sie!
W imieniu slug, krolow i bostw - budowlo
rozkrusz sie!
Heil Lie, Heil Lo, Heil La.
Pai Solitário
Heil Lie, Heil Lo,
Sussurros de larvas escorrem para os corações
- altares das almas.
Lembre-se!
Eles dormem para durar.
Um dia voltarão.
Quando foram para a parede de pedra sob o chicote...
Eram tua culpa e tua cruz,
Sombra de uma águia na corrente.
Fujam para suas terras,
Aqui é tradição, sujeira, praga.
Heil Lie, Heil Lo, meu pai,
Heil Lie, Heil Lo, Heil La.
Não sou eu que você ouve - ouça você.
Mas seu deserto.
Não sou eu que você ouve - ouça você
Pai solitário.
Sol negro
Dia negro
Grama negra
Denso fumo se arrasta na cabana empoeirada
Logo atrás da cerca, o chacal uiva para a lua.
Lembre-se!
Eles dormem para durar.
Um dia voltarão.
Fujam para suas terras.
Aqui é tradição, sujeira, praga.
Em nome das montanhas, em nome dos rios - estrutura
desmorone-se!
Em nome das lágrimas, da raiva e da arrogância - estrutura
desmorone-se!
Em nome dos lagos, florestas e campos - estrutura
desmorone-se!
Em nome dos servos, reis e deuses - estrutura
desmorone-se!
Heil Lie, Heil Lo, Heil La.
Composição: Ireneusz Loth / Krzysztof Oset / Piotr Luczyk / Roman Kostrzewski