Piwniczne Widziadla
Daj mi dlon
I wyjdz.
Karma twoja tam...
A tu juz nie ma armii tytanów
I bostw SS.
Tylko duch stapa po schodach kur.
Tylko wiatr ch³oszcze twoj czarny Chelm
- trupio bialym prochem.
Stal sie dzien...
A tak, jak by byla noc.
I krzyz nie ten - krwawi.
- zadna z mar nie byla ci "sercem serc".
Tylko duch stapa po schodach kur.
Tylko wiatr chloszcze twoj czarny Chelm
- popiolem.
Do czasz leca roje skrzydlatych hien,
wabione skrzepla krwia.
Do wiez pedza konie,
Woznica kruk - zwiastuje snieg i grad.
Gromniczna wieje won totemww, pior rzezb.
Jestes dziecieciem cmy zamknietym
w kokonie scian.
Visões do Porão
Dá-me a mão
E vamos sair.
A sua karma está lá...
E aqui já não há exército de titãs
E deuses da SS.
Só o espírito pisa os degraus das galinhas.
Só o vento arrasta seu negro Chelm
- com pó de cadáver.
Fez-se o dia...
E, como se fosse noite.
E a cruz não é essa - sangra.
- nenhum dos sonhos foi seu "coração dos corações".
Só o espírito pisa os degraus das galinhas.
Só o vento arrasta seu negro Chelm
- com cinzas.
Para as taças voam enxames de hienas aladas,
atraídas pelo cheiro de sangue.
Para as torres correm os cavalos,
O cocheiro corvo - anuncia neve e granizo.
A tempestade sopra o cheiro dos totens, a escultura do relâmpago.
Você é uma criança de traça trancada
no casulo das paredes.