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Portões da Luxúria

Kat

Bramy ¯¹dz

Na dno czary z onyksu wlali mózg i krew.
W echu magicznych zaklêæ sp³on¹³ ból.
Nagle cicho i bez powiewu rozchyli³y siê wielkie bramy ¿¹dz.

W szkliste oko Jahwe wbi³aœ nó¿ i kwiat ludzkich trumien.
Chcesz zap³aty swej i szydziæ z jego dusz.
W³adztwo Twoje nie zna granic.
Idziesz naga wœród milczenia.

Jeden Czarny Ptak.

Z ruin œwiêtych miejsc powsta³ grób.
Na nim krzy¿ i p³acz.
W szkliste oko Jahwe wbi³aœ nó¿.
Z Twego serca grzechy p³yn¹.
Otwieraj¹c ziemskie bramy ¿¹dz.

Jeden Czarny Ptak.

- Czarownica.
Tak ciê zw¹.
Zachowa³aœ piêtno.
- Skarb lepszy ni¿ niebiañski pêk.
Najcnotliwszych k³amstw.

Portões da Luxúria

Na fundo da taça de ônix, despejaram cérebro e sangue.
No eco de feitiços mágicos, a dor se consumiu.
De repente, em silêncio e sem vento, se abriram os grandes portões da luxúria.

No olho vítreo de Jahweh, cravaste a faca e a flor dos caixões humanos.
Queres o pagamento e zombar de suas almas.
Teu poder não conhece limites.
Caminhas nua em meio ao silêncio.

Um Pássaro Negro.

Das ruínas de lugares sagrados, surgiu um túmulo.
Sobre ele, uma cruz e o choro.
No olho vítreo de Jahweh, cravaste a faca.
Dos teus pecados, o sangue escorre.
Abrindo os portões terrenos da luxúria.

Um Pássaro Negro.

- Bruxa.
Assim te chamo.
Conservaste a marca.
- Um tesouro melhor que o céu se quebrou.
As mais virtuosas mentiras.

Composição: