Cuervos Vigilantes
Creen que no me he dado cuenta
Sus ojos me persiguen en cada paso que doy
Anhelan conocer mis intereses, pero dejan mucho que desear
Y en las sombras esperarán
Con deseo tu caída
¡No los quiero ver!
No hay ningún lugar en donde no estén
¡No te dejes ver!
Cuervos vigilantes por doquier
Tu diplomacia, con elegancia
Persuade solo a oídos hambrientos del fruto prohibido
Dices ser aliado jurando cuál juzgado y
¡Mañana todos creerán que a mi mujer he asesinado!
Y en las sombras esperarán
Con deseo tu caída
¡No los quiero ver!
No hay ningún lugar en donde no estén
¡No te dejes ver!
Cuervos vigilantes por doquier
¡No te dejes ver! (Ouh)
Estoy al tanto de sus condiciones carnales
Comprendo las razones de la maldad de sus corazones (ouh)
¡No los quiero ver!
¡No hay ningún lugar en donde no estén!
¡Cuervos vigilantes por doquier!
Corvos Vigilantes
Eles acham que eu não percebi
Seus olhos me seguem a cada passo que dou
Eles desejam conhecer meus interesses, mas deixam muito a desejar
E nas sombras eles vão esperar
Desejo sua queda
Eu não quero vê-los!
Não há lugar onde eles não estejam
Não se deixe ver!
Corvos vigilantes por toda parte
Sua diplomacia, com elegância
Convença apenas os ouvidos famintos do fruto proibido
Você diz que é um aliado, jurando que julgou e
Amanhã todos acreditarão que matei minha esposa!
E nas sombras eles vão esperar
Desejo sua queda
Eu não quero vê-los!
Não há lugar onde eles não estejam
Não se deixe ver!
Corvos vigilantes por toda parte
Não se deixe ver! (Ah)
Estou ciente de suas condições carnais
Eu entendo as razões do mal em seus corações (ouh)
Eu não quero vê-los!
Não há lugar onde eles não estejam!
Corvos vigilantes por toda parte!
Composição: Santiago Fernandez Ramos