M.S.S.
Solo y en silencio
Se escapan todos mis sentimientos
Solo, mudo y ciego
Tan ausente en los recuerdos
Unas manos que te arrastran
Con alevosia y ventaja
Tu vendado de los ojos
Para que no veas nada
Las tormentas de fuego
Que del cielo estan cayendo
Y las botas de unos hombres
Llenas de lodo y sangre
Y yo, aquÍ, solo y en silencio
[Coro:]
Muere, muere, muere
Muere, muere, muere
Muere, muere, muere
Muere, muere, muere
Correr de esquina a esquina
Unos llegan y otros no
La paz ya esta rendida
De tanto que insistio
Quimeras de ambiciosos
De locos, de bestias
No cuidaste tu cerebro
Y el viento te quemara los sesos
Aquellos los de corazon duro
Estan llenando de plomo
A media ciudad, a medio mundo
Me mandaste al infinito
Donde llegan los valientes
Donde llegan los canallas
Donde llegan los cobardes
Los mentirosos, los cretinos
Sin aliento
Mudo y ciego
Solo y en silencio…
Ya muero
Corren de esquina a esquina
Unos llegan y otros no
La paz ya esta rendida
De tanto que insistio
Y las botas de unos hombres
Llenas de lodo y sangre
Y yo, solo y en silencio
M.S.S.
Sozinho e em silêncio
Escapam todos os meus sentimentos
Sozinho, mudo e cego
Tão ausente nas lembranças
Mãos que te arrastam
Com malícia e vantagem
Teus olhos vendados
Pra que não veja nada
As tempestades de fogo
Que do céu estão caindo
E as botas de uns homens
Cheias de lama e sangue
E eu, aqui, sozinho e em silêncio
[Coro:]
Morre, morre, morre
Morre, morre, morre
Morre, morre, morre
Morre, morre, morre
Correr de esquina a esquina
Uns chegam e outros não
A paz já está rendida
De tanto que insistiu
Quimeras de ambiciosos
De loucos, de feras
Não cuidou da sua cabeça
E o vento vai queimar seus miolos
Aqueles de coração duro
Estão enchendo de chumbo
Meia cidade, meio mundo
Me mandou pro infinito
Onde vão os valentes
Onde vão os canalhas
Onde vão os covardes
Os mentirosos, os cretinos
Sem fôlego
Mudo e cego
Sozinho e em silêncio…
Já morrendo
Correm de esquina a esquina
Uns chegam e outros não
A paz já está rendida
De tanto que insistiu
E as botas de uns homens
Cheias de lama e sangue
E eu, sozinho e em silêncio