Eu tenho andado tão perdido
Calado pelo mundo
As vezes aturdido
Com tamanha poluição sonora
Sofrendo nessa confusão aqui fora
Meu eu interior, que busca pelo amor
Se vê bastante desiludido
Muitas vezes confundido
Incapaz de ouvir a voz, suave do silêncio
Que é a voz do amor
Clamando por mim
Aqui dentro
Quero ouvir o amor
Quero ser amado e quero amar também
Mas nessa babel, de castelos de papel
E de papéis tão rígidos e deformadores
Fugimos do amor, e nos perdemos na dor
Escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos
Amamos sem sermos sentidos, e morremos
Sem nunca term
Os... Vivido
Quero ouvir o amor
Quero ser amado e quero amar também
Mas nessa babel, de castelos de papel
E de papéis tão rígidos e deformadores
Fugimos do amor, e nos perdemos na dor
Escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos
Amamos sem sermos sentidos, e morremos
Sem nunca termos
Vivido
Meu eu interior, que busca pelo amor
Se vê bastante desiludido
Muitas vezes confundido
Incapaz de ouvir a voz, suave do silêncio
Que é a voz do amor
Clamando por mim
Aqui dentro
Quero ouvir o amor
Quero ser amado e quero amar também
Mas nessa babel, de castelos de papel
E de papéis tão rígidos e deformadores
Fugimos do amor, e nos perdemos na dor
Escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos
Amamos sem sermos sentidos, e morremos
Sem nunca termos
Vivido
Quero ouvir o amor
Quero ser amado e quero amar também
Mas nessa babel, de castelos de papel
E de papéis tão rígidos e deformadores
Fugimos do amor, e nos perdemos na dor
Escravos de nossos temores!
Surdos e cegos, gritamos sem sermos ouvidos
Amamos sem sermos sentidos, e morremos
Sem nunca termos
Vivido