Fan Mail (feat. Dina Rae)
Nobody wants it more than me
I'm writing stories bout my life
Pumping gangster music and smoking weed
This ghetto poetry, this is what it's suppose to be
I'm certified like I got a stamp from a notary
I'm getting crazy ass fan mail
A kid with no dad, up in his pad doin' crack sales
Telling' me that his mom is never home
I don't think she really cares that I'm drinking liquor, & gettin' blown
I'm getting high just listening to you rhyme sick
& I replied with, homie take your time with
Life, cause I was in your shoes once
Chillin' with the crew, that was makin' them other foos run
There was alotta gangs, we had to choose one
The cops raided us, like every other two months
Take my advice, that ain't the life you wanna live
Make your mother proud, graduate and make it big
I can hear the streets, they talking..
But you don't know the shoes, I've walked in
Only thing I hear is money calling
Don't crucify me, crucify me
I was performing in Chicago, I met this girl we was chillin'
Sipping from the bottle, tellin' me stories
About her young cousin Pablo
Before he passed away, he bumped my music in his Monte Carlo
Was my biggest fan, used to play me everyday
Was even planning to take a trip to LA
Wanted to see me rap in front of a crowd
Told his friends I was raw as fuck, reppin' the brown
Can't believe the next letter this young girl wrote
Your songs kept me alive, last night I almost overdosed
Going through depression, she might be pregnant
And not to mention, her boyfriend didn't reply to the message
I wrote back and said baby your wrong
You got a future and you shouldn't be apart of this song
I know it's hard to be positive, when you feeling hopeless
You can't give up, and hope that heavens doors open
I can hear the streets, they talking
But you don't know the shoes, i've walked in
Only thing I hear is money calling
Don't crucify me, crucify me
Cartas de Fã (feat. Dina Rae)
Ninguém quer isso mais do que eu
Tô escrevendo histórias sobre minha vida
Tocando música de gangster e fumando um baseado
Essa poesia de quebrada, é isso que deveria ser
Tô certificado como se tivesse um carimbo de cartório
Tô recebendo cartas de fã insanas
Um moleque sem pai, na quebrada vendendo crack
Dizendo que a mãe dele nunca tá em casa
Não acho que ela realmente se importa que eu tô bebendo e me chapando
Tô ficando doidão só ouvindo você rimar pesado
E eu respondi, mano, vai com calma
Na vida, porque eu já estive nos seus sapatos uma vez
De boa com a galera, que fazia os outros correrem
Tinha muita gangue, a gente tinha que escolher uma
A polícia fez uma batida, tipo a cada dois meses
Escuta meu conselho, essa não é a vida que você quer viver
Faça sua mãe orgulhosa, se forme e faça sucesso
Eu consigo ouvir as ruas, elas tão falando...
Mas você não sabe os sapatos que eu já usei
A única coisa que eu ouço é o dinheiro chamando
Não me crucifique, me crucifique
Eu tava fazendo show em Chicago, conheci uma garota, a gente tava de boa
Bebendo da garrafa, me contando histórias
Sobre o primo jovem dela, Pablo
Antes de ele falecer, ele ouvia minha música no Monte Carlo dele
Era meu maior fã, me tocava todo dia
Tava até planejando uma viagem pra LA
Queria me ver rimar na frente de uma multidão
Disse pros amigos que eu era brabo pra caramba, representando o marrom
Não consigo acreditar na próxima carta que essa jovem escreveu
Suas músicas me mantiveram viva, na noite passada eu quase overdosei
Passando por depressão, ela pode estar grávida
E sem contar que o namorado dela não respondeu a mensagem
Eu escrevi de volta e disse, baby, você tá errada
Você tem um futuro e não deveria fazer parte dessa música
Sei que é difícil ser positivo quando você se sente sem esperança
Você não pode desistir, e torcer pra que as portas do céu se abram
Eu consigo ouvir as ruas, elas tão falando
Mas você não sabe os sapatos que eu já usei
A única coisa que eu ouço é o dinheiro chamando
Não me crucifique, me crucifique