Our Fair Lady of the Plague
Darkness is all she sees
No words need be spoken
To our fair lady
Of the chaos breed
Deformed and scorched by the chaos bed
Transformed and scarred by impure fires
Trapped in a darkness that she can not escape
An empathetic soul to the afflicted and the damned
Our fair lady sheltering these poisoned minds
Doomed to tread sightless through the abyss
Darkness is all she sees
No words need be spoken
To our fair lady
Of the chaos breed
Forever she must watch her stillborn fail to breathe
The corpses of an afflicted mother's failure
This poor witch who suffered for sins not her own
Still retains a grace, a beauty foreign to this world
Our fair lady of the plague
Endless torment alone in the dark
Endless sadness alone in the dark
Fair lady reborn of izalith's fiery womb
Fair lady reborn of izalith's fiery tomb
Darkness is all she sees
No words need be spoken
To our fair lady
Of the chaos breed
Nossa Senhora Feira da Peste
A escuridão é tudo o que ela vê
Não há palavras que precisam ser ditas
Para nossa senhora justa
Da raça caos
Deformado e queimada ao lado da cama caos
Transformado e marcado por fogos impuros
Preso em uma escuridão que ela não pode escapar
Uma alma compreensivo com os aflitos e os condenados
Nossa dama abrigando essas mentes envenenadas
Condenado a trilhar cegos através do abismo
A escuridão é tudo o que ela vê
Não há palavras que precisam ser ditas
Para nossa senhora justa
Da raça caos
Sempre que ela deve vê-la natimorto não respirar
Os cadáveres de fracasso de uma mãe aflita
Este pobre bruxa que sofreu pelos pecados não ela própria
Ainda mantém uma graça, um estrangeiro beleza a este mundo
Nossa dama da praga
Tormento sem fim sozinho no escuro
Infinita tristeza sozinho no escuro
Renascido Fair Lady de ventre de fogo de izalith
Renascido Fair Lady do túmulo de fogo de izalith
A escuridão é tudo o que ela vê
Não há palavras que precisam ser ditas
Para nossa senhora justa
Da raça caos