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Irmãos

Los Kjarkas

Hermanos

Cerros azules nos vieron crecer,
En los misterios del sol,
Destino es, de todos ser,
Predestinado a tener que nacer.

Fueron los andes la cuna y hogar,
Nuestra mayor obseción,
Donde forjamos los sueños de luz, juntos.

Y en la inocencia de nuestra niñez,
Aprendimos a crecer,
Siempre buscando una voz interior, libres

Somos viajeros de la eternidad,
Difícil de comprender,
Como ulises se fué y volverá, libre.

Y en la inocencia de nuestra niñez
Aprendimos a crecer,
Siempre escuchando una voz interior, libres.

Y en esta vida de corto existir,
Vimos la vida crecer,
Los pies descalzos de nuestra niñes, libres

Somos viajeros de la eternidad,
Difícil de comprender,
Como ulises se fué y volverá, libre.

Irmãos

Céus azuis nos viram crescer,
Nos mistérios do sol,
É nosso destino, de todos ser,
Predestinados a ter que nascer.

Foram os Andes o berço e lar,
Nossa maior obsessão,
Onde forjamos os sonhos de luz, juntos.

E na inocência da nossa infância,
Aprendemos a crescer,
Sempre buscando uma voz interior, livres.

Somos viajantes da eternidade,
Difícil de entender,
Como Ulisses foi e voltará, livre.

E na inocência da nossa infância
Aprendemos a crescer,
Sempre ouvindo uma voz interior, livres.

E nesta vida de curto existir,
Vimos a vida crescer,
Os pés descalços da nossa infância, livres.

Somos viajantes da eternidade,
Difícil de entender,
Como Ulisses foi e voltará, livre.

Composição: