Exit L.U.M.C.
Darkest pressure, tiny, vicious creatures lock my sight on you
Guardian angels, please tell me what to do
Falling on my knees I kiss the soil to feel the undertow
Unfamiliar sounds burst out from far below
Becoming the defenceless victim of my fantasy
Gruesome thoughts and fears take control of me
Drawn towards the startling grace of flowers from your charming face
Have to close my eyes, escape this evil maze
Day and night of dreams and fight
A lonely cage to fill my grief, for ever drowned in fright
Watch the shady harbour of tears
The blackest nightfall of the year, the dagger must be near
Creatures move their stunted limbs,
My refugee, where are you now and off the white smoke swims
Let's break out from this distant gloom
Let's break out now, yes you are there, released from wicked doom
Oh how I long for home
Sour words so dark and deep
You cited this sanctified poem
More lonely miles ahead of sleep
Our shared belief in fearful flight
Fill my grief with bare delight
The grace of the flower from your face
These mending eyes I won't erase
Passionate nights, tempestuous tides
Just an ashy absence to my mind...
Saída L.U.M.C.
Pressão mais escura, criaturas pequenas e cruéis travam meu olhar em você
Anjos da guarda, por favor, me digam o que fazer
Caindo de joelhos, beijo o solo pra sentir a correnteza
Sons estranhos explodem de lá de baixo
Tornando-me a vítima indefesa da minha fantasia
Pensamentos e medos horríveis tomam conta de mim
Atraído pela graça surpreendente das flores do seu rosto encantador
Preciso fechar os olhos, escapar desse labirinto maligno
Dia e noite de sonhos e lutas
Uma jaula solitária pra preencher minha dor, afogado pra sempre em medo
Olhe o porto sombrio das lágrimas
A noite mais escura do ano, a adaga deve estar perto
Criaturas movem seus membros atrofiados,
Meu refúgio, onde você está agora e a fumaça branca nada
Vamos escapar dessa escuridão distante
Vamos sair agora, sim, você está lá, livre da maldição maligna
Oh, como eu anseio por casa
Palavras amargas tão escuras e profundas
Você citou este poema santificado
Mais milhas solitárias à frente do sono
Nossa crença compartilhada em um voo aterrorizante
Preencha minha dor com puro deleite
A graça da flor do seu rosto
Esses olhos curadores que não vou apagar
Noites apaixonadas, marés tempestuosas
Apenas uma ausência cinzenta na minha mente...