Crónicas Humanas
Réplicas del terremoto
Huracán mal diseñado
Pintura siempre fresca de la atrocidad
Fin del mundo y ni una foto
Periodismo atiborrado
Nadie quiere más canciones de verdad
La verdad a tu merced
Guerra inmundial entre tus cejas
Brote histérico de sed
No me cree (tú no me dejas)
Tanto esto, tan nada el resto
Tengo más de una canción desesperada
Tengo el grito en el suelo
Y tu huella en mis sienes
Tengo historias que no protesto
Por las cloacas viaja el año que no viene
Crônicas Humanas
Réplicas do terremoto
Furacão mal projetado
Sempre fresca pintura da atrocidade
Fim do mundo e não uma foto
Jornalismo lotado
Ninguém quer mais músicas reais
A verdade à tua mercê
Guerra mundial entre as sobrancelhas
Surto histérico de sede
Ele não acredita em mim (você não me deixa)
Tanto assim, então nada mais
Eu tenho mais de uma música desesperada
Eu tenho o grito no chão
E sua impressão digital nas minhas têmporas
Eu tenho histórias que eu não protesto
Através dos esgotos viaja o ano que não vem