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Manicômio

Kodiak Hotel

Aos que não entendem horas em relógios de ponteiro
O tempo sempre se esgota na vazão do desespero
Longas tardes de descanso proibidos de parar
Toda sua vida, toda dor, toda tristeza é vulgar

Aos que enxergam o medo no reflexo do espelho
O sorriso desbota a ameaça de um conselho
As mesmas tardes de descanso proibidos de parar
Toda sua vida, toda dor, toda tristeza é vulgar
Toda tristeza é vulgar, toda tristeza é

Aos que não entendem horas em relógios de ponteiro
O tempo sempre se esgota na vazão do desespero
As mesmas tardes de descanso proibidos de parar
Toda sua vida, toda dor, toda tristeza é vulgar
Toda tristeza é vulgar, sua tristeza é

Composição: Paulo Raphael Araújo Silva / Gabriel Chagas Rodrigues / Amauri Mendes Ribeiro