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La peste
Cuando toco fondo
Piso más seguro
No mendigo, robo
Abreme que subo
Guarda tus tesoros
Cúbreme de insultos
Ríete si lloro
Cuídate si río
Respira mi aliento
Caliente, denso
Bebe de mi vaso
Dame un abrazo
No te acerques
Tengo la peste
Mirame a los ojos
Dos cristales fríos
Brillan recordando
Sucios desvaríos
Solo siempre solo
Apretando el nudo
A la fuerza soy
Víctima y verdugo
Sufro sin remedio
Cómo degenero
Trago todo lo que
Malamente puedo
Veo por tu cara
Que me tienes miedo
Puede que mañana
Se te caiga el pelo.
A Praga
Quando toco fundo
Piso mais firme
Não mendigo, roubo
Abre que eu subo
Guarda seus tesouros
Cobre-me de insultos
Ria se eu chorar
Cuide-se se eu rir
Respira meu ar
Quente, denso
Bebe do meu copo
Me dá um abraço
Não se aproxime
Eu tenho a praga
Olhe nos meus olhos
Dois cristais frios
Brilham lembrando
Desvarios sujos
Só sempre só
Apertando o nó
À força sou
Vítima e algoz
Sofro sem remédio
Como eu degenero
Engulo tudo que
Malditamente posso
Vejo pela sua cara
Que você tem medo de mim
Pode ser que amanhã
Te caia o cabelo.
Composição: