Vanitas! Vanitatum Vanitas
Die Herrlichkeit auf Erden
muß Rauch und Asche werden,
nichts mehr bleibt bestehn.
Der Gott, den wir erdachten,
die Götter, die uns machten,
die werden auch vergehn.
Jetzt hoffen wir und beten,
zum Treten angetreten,
und zittern vor der Nacht.
Verliern uns in Chimären,
vergessen uns zu wehren
und kuschen vor der Macht.
Wir werden hier auf Erden
so schnell nicht göttlich werden,
den Himmel nicht verstehn,
solang uns immer wieder
die Götter, streng und bieder,
aus unserm Hirn erstehn.
Vanitas! Vaidade das Vaidades
A glória na terra
vai se tornar fumaça e cinzas,
nada mais vai permanecer.
O Deus que nós criamos,
os deuses que nos formaram,
também vão se apagar.
Agora esperamos e oramos,
prontos para o que vier,
e trememos diante da noite.
Nos perdemos em quimeras,
esquecemos de nos defender
e nos curvamos ao poder.
Aqui na terra
não vamos nos tornar divinos tão cedo,
não vamos entender o céu,
enquanto sempre de novo
os deuses, severos e sisudos,
ressurgirem de nossas mentes.